08 de julho de 2026
Geral

Tratamento de esgoto

Redação
| Tempo de leitura: 2 min

Jaú está próximo de tratar esgoto

Prefeito Paulo Sérgio assina hoje contrato de concessão a partir do qual iniciativa privada pode iniciar Estação de Tratamento

Se tudo correr dentro das expectativas da Prefeitura Municipal e do cronograma de obras da empresa Saneamento de Jaú Ltda

(Sanej), o esgoto da cidade deverá estar sendo tratado a partir de setembro de 2001. E, um passo importante visando a construção da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) será dado hoje, quando o prefeito Paulo Sérgio Almeida Leite (PSDB), assinará o contrato de concessão do sistema de tratamento de esgoto com a Sanej. A empresa deve investir cerca de R$ 16 milhões na construção da ETE, cujas obras obras deverão estar concluídas em 15 meses.

Segundo o prefeito, a empresa vencedora da licitação teria o prazo de seis meses, a partir da assinatura do contrato, para iniciar as obras. Mas, ele conseguiu que a Sanej antecipe os trabalhos em três meses.

Hoje, Jaú conta com praticamente 100% de cobertura de redes de esgoto, cujos dejetos são lançados nos córregos dos Pires e da Figueira, e em seguida no rio Jaú, sem qualquer tratamento. Com a ETE, haverá tratamento de todo o esgoto, evitando a poluição dos recursos hídricos.

No pacote de obras, estão previstos 12 km de coletores-tronco e quase 8 km de emissários, além de 11 estações elevatórias. Esse conjunto de tubulações e casas de bombas, permitirá que todo o esgoto coletado na rede existente seja encaminhado a um único ponto, onde se localizará a Estação de Tratamento de Esgoto.

Segundo informações da Sanej, a ETE observa, no seu projeto, as tendências mais modernas de tratamento, sem causar danos ambientais. Basicamente, o processo oxida a matéria orgânica existente nos esgotos, processo este que não gera odores desagradáveis e tem uma eficiência acima de 90%. Os efluentes, tratados, serão descarregados no rio Jaú, e os resíduos sólidos, provenientes do processo de tratamento, serão encaminhados para aterro sanitário.

Até que as obras da ETE não estejam concluídas, a Sanej não deverá, segundo o secretário de Comunicação da Prefeiura, Júnior Sichieri, estar recebendo terifas de coleta de esgoto no município. Até lá, segumdo Sichieri, a forma de cobrança não deve sofrer alterações. Hoje, tanto o esgoto quanto a água estão sob a responsabilidade do Saenja. "E mesmo depois, é o Saenja quem vai continuar cobrando, só que repassando a parte referente ao esgoto para a Sanej".