07 de julho de 2026
Geral

Mutirões

Redação
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Municípios se reúnem para definirem como organizar mutirões

Várias prefeituras da região estiveram reunidas, ontem, em Bauru, na sede da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano - CDHU - para definirem e esclarecerem dúvidas sobre o projeto Habiteto, voltado a moradores carentes.

O superintendente de obras do interior, Antonio Carlos Trevisani esteve acompanhado de dois engenheiros do programa Habiteto que provocaram a reunião para definir com os prefeitos e assistentes sociais, como se organiza um sistema mutirão.

O empreendimento, segundo ele, necessita de apoio social. "O sistema mutirão do projeto Habiteto repassa cesta de material e o mutirante entra com a mão de obra. A casa prevista no projeto tem cerca de 40 metros quadrados e um custo de R$ 4.400,00."

O número de casas a ser construída em cada município depende da demanda. "Tem cidades menores que estão construídno 37 unidades e há outras, com 200 unidades, depende da demanda e do terreno doado pela prefeitura."

O financiamento da obra pode ser pago em até 300 meses.

"Em média, o mutirante vai pagar uma mensalidade de R$ 25,00. Um dos principais requisitos que ele tem que cumprir

é morar há mais de três anos no município e possuir família. Não é necessário comprovar o emprego."

Trevisani lembrou que as casas do sistema não podem ser comercializadas antes de serem quitadas. "Só podem ser vendidas quando quitadas. Antes da quitação, elas são patrimônio do CDHU."

O projeto já construiu mais de 10 mil unidades. "Outras oito mil estão em construção e há previsão de que mais seis mil serão aprovadas, ainda este ano."

Participaram da reunião representantes das cidades de Agudos, Taquari, Cerqueira César, Piraju, Paulistânia, Pongai, Pederneiras, Guarantã, Águas de Santa Barbará, Igaraçu do Tietê, Jaú, Sabino, Taguaí, Sanitá e coronel Macedo.