08 de julho de 2026
Geral

Comentário político

Redação
| Tempo de leitura: 2 min

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Tirando dúvidas

Os partidos e candidatos a prefeito e vereador tiveram, ontem, mais uma ótima oportunidade para tirar as últimas dúvidas sobre o que pode e o que não é permitido no período de campanha. Foi ontem à noite, em reunião organizada pelo Sindicato dos Jornalistas, com a presença do promotor eleitoral José Carlos Carneiro de Oliveira.

Representativa

Em reunião bastante representativa, estiveram presentes cinco dos sete candidatos a prefeito, mas todos se fizeram representar através de seus assessores. Participaram do debate Nilson Costa (PPS), Tuga Angerami (PSB), Carlos Sandrin (PT do B), Thomaz Zamonaro (PRN) e Estela Almagro (PT). Todos disseram que vão respeitar as normas legais.

Assessores

Mas o que mais se vê em reuniões desse gênero são assessores. Eles são muitos e estarão, até outubro, em todos os agrupamentos ou reuniões onde houver mais de uma pessoa e o acesso não lhes seja negado. São de todos os tipos e importantes para os candidatos. Certamente vão merecer uma matéria especial, brevemente.

"Sujismundos"

Mas voltando à reunião de ontem, o promotor chamou a atenção para vários aspectos da lei, assim como os sindicatos dos Jornalistas e dos Radialistas o fizeram em relação a suas categorias. Sobre a distribuição de panfletos ou santinhos, em via pública, é permitido, mas desde que não se enporcalhe o passeio ou a rua

Faixas e cartazes

Outro aspecto curioso, que mudou de certa forma em relação

à eleição passada, diz respeito à afixação de faixas, cartazes e estandartes em logradouros públicos. É permitido, inclusive em postes de iluminação pública. Postes de sinalização de trânsito ou de semáforos não podem ter esse tipo de material. Pixar ou pintar monumentos públicos é ilegal.

Tempo de apócrifos

Para evitar apócrifos na campanha, a Promotoria eleitoral e o Sindicato dos Jornalistas orientaram que os candidatos e coligações produzam material de campanha (panfleto ou informativo) com a identificação de endereço e de jornalista reponsável. Foi esclarecido que jornalista produz matérias escritas e faz entrevistas para televisão. Radialistas realizam produção e edição em rádio.

Natan ataca

O PDT continua no ataque. Agora é a vez do coordenador da campanha de Pedro Tobias alfinetar um dos adversários. Natan Chaves disse, a respeito de matéria veiculada na edição de terça-feira do JC, estar impressionado com a velocidade com que Nilson Costa (PPS) pôs a campanha na rua e com o total de gastos declarado à Justiça Eleitoral.

Gasto eleitoral

"São botons, panfletos coloridos, adesivos, bandeiras, sacos de lixo, colantes... tudo de primeira e do bom", ironizou o tucano. Depois, disse que o estranho não foi Carlos Sandrin ter declarado gasto de R$ 300 mil com a campanha, mas sim Nilson ter declarado o mesmo valor. "O candidato pode gastar menos do que previu. O ilegal é gastar mais do que estimou...", disse Natan.