07 de julho de 2026
Geral

Golpes

Ieda Rodrigues
| Tempo de leitura: 2 min

Idoso quase cai no golpe do recadastramento de conta

Texto: Ieda Rodrigues

O aposentado Antônio Silva Rascão, 74 anos, morador em Bauru, por pouco livrou-se de cair no golpe do recadastramento da conta bancária anteontem. Ele foi procurado, em sua casa, por um homem que apresentou-se como funcionário do Banco do Brasil, instituição da qual é cliente.

O homem, descrito como branco, estatura médica, cabelos castanhos e lisos, aparentando 40 anos, disse que estava visitando os clientes para fazer um recadastramento das contas. Acreditando na história, o idoso entregou ao desconhecido os documentos solicitados - RG e CIC - e o cartão magnético bancário.

Em seguida, o suposto funcionário passou o cartão magnético numa máquina portátil que trazia consigo e pediu a Rascão que digitasse sua senha na máquina. Desconfiando da história, o idoso recusou-se a digitar a senha, momento que foi orientado a dirigir-se pessoalmente ao banco para fazer o recadastramento.

Rascão foi ao banco, onde foi informado que não há nenhum funcionário fazendo recadastramento e então percebeu que esteve prestes a cair num golpe. Se digitasse sua senha, o falso funcionário do banco teria condições de fazer clonar o cartão do idoso e movimentar sua conta. Percebendo a tentativa do golpe, o idoso procurou o 3.º Distrito Policial, onde registrou boletim de ocorrência.

Idosa perde R$ 2 mil e cordão de ouro no golpe do bilhete premiado

O antigo golpe do bilhete premiado continua fazendo vítimas em Bauru. Anteontem, a aposentada E.M.G., 73 anos, acreditou na história contata por duas mulheres e um homem e entregou a eles R$ 2 mil em dinheiro e um cordão de ouro em troca de um suposto bilhete premiado. Mais tarde, descobriu que havia caído num golpe.

Conforme boletim de ocorrência registrado no 3.º Distrito Policial, a vítima caminhava pela rua quando foi abordada por uma mulher morena, baixa, aparentando 30 anos, que pediu informações sobre como receber o prêmio de um bilhete premiado. Nesse momento, surgiu outra mulher, descrita como branca, alta, aparentando 30 anos, e homem.

O casal se propôs a ajudar a mulher que estava com o bilhete. Mas como ela disse que precisava de dinheiro rapidamente, ofereceu o suposto bilhete premiado à idosa mediante pagamento de R$ 2 mil mais o cordão de ouro que usava, que aceitou o

"negócio". As duas mulheres e o homem embarcaram num carro levando o dinheiro e a jóia. Mais tarde, a idosa descobriu que o bilhete não era premiado e que havia caído num golpe.