07 de julho de 2026
Geral

Pré-natal

Redação
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Da concepção...

Um mês depois da fecundação, o embrião mede cerca de 0,5 cm. Os membros estão apenas esboçados, enquanto a cauda, que desaparecerá em seguida, é bem desenvolvida. O embrião liga-se à mãe pelo cordão umbilical, através do qual recebe oxigênio, nutrientes e outras substâncias provenientes do sangue materno. O coração, ainda rudimentar, começa a pulsar por volta do 25.º dia.

Depois de 6 semanas podem-se distinguir as orelhas, os olhos, a ponta do nariz e os dedos das mãos. No interior do embrião estão se desenvolvendo os vários órgãos: estômago, rins, nervos, vasos sangüíneos... e tudo isso em apenas 2 cm de comprimento. Ao mesmo tempo, o útero materno começa a aumentar de volume, ainda que não se perceba do exterior.

Do início do 3.º mês até o nascimento, o pequeno corpo que está crescendo já não

é chamado de embrião, mas de feto. Se o feto fosse visível do exterior, já se poderia saber seu sexo. A partir do 4.º mês, os movimentos do feto são percebidos pela mãe. O aumento de volume do útero, neste estágio, começa a ser evidente também do exterior.

No 5.º mês, o feto já tem, em média, cerca de 30 cm de comprimento e 600 g de peso; ele pode abrir as pálpebras e as mãozinhas. Embora seu organismo já esteja praticamente formado, o feto ainda é imaturo, e só em casos excepcionais seria capaz de sobreviver fora do corpo da mãe.

O nascimento no 7.º mês, apesar de razoavelmente freqüente,

é prematuro (antecipado) em relação à norma. Neste caso, o feto atingiu um desenvolvimento que lhe garante boas possibilidades de sobrevivência fora do organismo materno, porém requer cuidados constantes e especiais, como ser colocado no ambiente artificial de uma estufa.

O nascimento ocorre normalmente cerca de 9 meses depois da fecundação. Neste caso, o recém-nascido tem em média 50 cm de comprimento e 3 a 3,5 kg de peso. Entretanto, um peso entre 2,5 e 4 kg é considerado normal. Geralmente, os meninos recém-nascidos são um pouco mais pesados e também um pouco maiores do que as meninas.

Fonte: Enciclopédia Conhecer 2000, Editora Nova Cultural, 1995.