08 de julho de 2026
Geral

Psicologia judiciária

Gustavo Cândido
| Tempo de leitura: 1 min

Psicologia judiciária supre lacuna da faculdade

Texto: Gustavo Cândido

As psicólogas Mariângela Fernandes, Célia Monteiro e Rosa Maria Ranzani, vão ministrar o curso de

"Psicologia Judiciária", visando suprir uma lacuna que as faculdades de psicologia possuem na formação dos profissionais. A psicologia judiciária é utilizada em casos de problemas na áreas da infância e juventude e em causas cíveis, como separações, adoções e casos de violência doméstica. Por ser uma área relativamente recente, apenas duas instituições de ensino em São Paulo (a PUC na capital e mais uma faculdade no Interior) possuem a disciplina em seu currículo. O resultado

é a falta de profissionais especializados para exercer essa função cuja demanda é cada vez maior.

"A psicologia judiciária passou a ser fundamental após a aprovação do estatuto da criança e do adolescente em São Paulo, em 1990, por isso é uma área que ainda está tomando forma e possui muitos profissionais sem preparo, por isso idealizamos o curso que vai ser realizado pela quarta vez", explica Rosa Maria Ranzani.

Na prática, os profissionais dessa área entram em ação a pedido do juíz para avaliar as condições de uma das partes envolvidas em um processo. Através de testes psicológicos e terapias específicas, o profissional

é capaz de analisar o estado emocional e psíquico da pessoa em questão e elaborar uma avaliação técnica que pode auxiliar no andamento do caso. O curso oferecido pelas psicólogas foi estruturado com base nas apostilas para os concursos da área e na própria experiência das profissionais, que atuam no Fórum de Bauru.

Serviço

O curso de Psicologia Judiciária começa no dia 14 de setembro, tem 32 horas de duração (8 aulas) e será realizado no Instituto Logus, rua Macedo Guimarães, 1-60. Telefones: (14) 227-3389 e (14) 223-8436.