Dise apreende maconha em Piratininga
Texto: Adilson Camargo
Mãe e filho foram presos sob acusação de tráfico de drogas e podem pegar de 3 a 15 anos de cadeia
A Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes
(Dise), de Bauru, prendeu na tarde de ontem, duas pessoas que, supostamente, estariam associados ao tráfico de drogas em Piratininga, mais especificamente maconha.
Segundo o delegado Adib Jorge Filho, foram encontradas 750 gramas de maconha com a dupla. Além da droga, a polícia recolheu ainda R$ 180 e uma balança pequena. Policiais da Dise chegaram aos acusados, após terem recebido uma denúncia de um possível tráfico de drogas em Piratininga. De posse da informação, o delegado disse que uma investigação foi realizada para saber se a denúncia tinha fundamento ou não.
Segundo Jorge Filho, ficou constatado que havia uma movimentação bastante suspeita na casa dos acusados. Após a identificação do morador, E.G.S, 21 anos, a polícia se deslocou para o local e um agente se fez passar por consumidor de maconha interessado em adquirir a droga. Ficou combinado que ele receberia o produto em uma via de acesso a cidade. Os policiais ficaram de prontidão no local, e quando o negócio estava para ser concluído, foi dada voz de prisão ao traficante, que reagiu e acabou sendo contido com uso de força física.
Em seguida, os policiais foram até a casa do acusado onde encontraram a mãe dele, M.A.S., 44 anos, tentando se desfazer da droga, via vaso sanitário. Os dois foram encaminhados
à Dise. A identificação completa dos acusados não foi fornecida pela polícia para não atrapalhar novas investigações sobre o caso. O rapaz que foi preso será levado para a Cadeia Pública de Piratininga, enquanto sua mãe deverá seguir para o Presídio Feminino de Cabrália Paulista. Se forem condenados por tráfico de drogas, podem pegar de 3 a 15 anos de prisão.
Disque-denúncia
O delegado José Henrique Gomes dos Santos, também da Dise, pede para que possíveis informações sobre locais de venda de drogas sejam passadas pelo disque-denúncia da Dise (234-3477 ou 9794-7666) ou da Polícia Civil (147)