07 de julho de 2026
Geral

Vacinação

Redação
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Vacinação contra o sarampo e rubéola imuniza 1.300 na ITE

Um total de 1.314 pessoas, entre estudantes, professores e funcionários, foram imunizadas na Instituição Toledo de Ensino, ITE, contra sarampo e rubéola na primeira etapa da campanha de vacinação que está sendo desenvolvida nos estabelecimentos de ensino superior da cidade por iniciativa da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), através do Departamento de Saúde Coletiva, DSC. Na ITE, a operação foi desenvolvida por dois dias, ou seja, terça e quarta-feira, dias três e quatro.

Técnicos do órgão avaliam que o índice de 90 por cento de cobertura vacinal recomendado pela Organização Mundial de Saúde, OMS, não foi alcançando. Por isso, recomendam que estudantes, professores e funcionários da instituição ainda não imunizados procurem o núcleo de saúde do centro, na rua Quintino Bocaiúva, diariamente entre 7h30 e 14 horas, para receber as doses.

O próximo estabelecimento a receber a vacinação

é a Universidades do Sagrado Coração, USC. A campanha no local está programada para os dias nove, dez, 11, 19 e 20 próximos, nos períodos da manhã, tarde e noite. Como na ITE, cartazes estão divulgando internamente a operação. O DSC recomenda que quem tiver carteira de vacinação, deve levá-la quando procurar a equipe de aplicação da vacina no câmpus.

A vacinação contra sarampo e rubéola nas Universidades foi recomendada pelo governo do Estado. O motivo

é surgimento recente de alguns surtos das duas moléstias em comunidades fechadas, como instituições de ensino superior e empresas, em certos municípios paulistas, como São Paulo, São Bernardo do Campo, Piraçununga, São João da Boa Vista e Guaratinguetá.

Bauru ainda não registrou situações semelhantes, mas a SMS está providenciando a imunização como medida preventiva. As vacinas contra sarampo e rubéola imunizam durante toda a vida. Além dos seis estabelecimentos de ensino superior a ser alcançados pela operação, também devem ser vacinadas, ainda em outubro, as comunidades dos presídios (detentos e funcionários) e o conjunto de trabalhadores das empresas de construção civil, como anuncia a diretora do DSC, Maria Helena Abreu.