07 de julho de 2026
Geral

Asfalto

Redação
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Usina de asfalto precisa de reestruturação

Para amenizar os problemas de pavimentação da cidade, a solução é caseira. Basta a Prefeitura investir na revitalização da usina de asfalto municipal. O secretário municipal de Obras, Edmilson Queiroz Dias, destacou que a fábrica é muito antiga e está bastante danificada, precisando de investimentos para otimizar a produção. "Se a Prefeitura investisse em equipamentos e treinamento de pessoal, a usina poderia produzir mais, o que baratearia o preço do asfalto e o tornaria mais acessível", disse.

Ele não soube precisar qual seria o montante a ser aplicado para essa reestruturação da fábrica. Mas, lembrou que a Lei de Responsabilidades Fiscais - que limita gastos do município - impede a contratação de mais funcionários. "O ideal seria investir em treinamento de mão-de-obra e em novos equipamentos", salientou.

A produção da usina gira em torno de 16 mil metros quadrados de asfalto por mês, suficientes apenas para pavimentar 25 quarteirões.

Se conseguisse aumentar essa quantidade, a Prefeitura poderia revestir a cidade a preço de custo.

A usina de asfalto está localizada no Distrito Industrial I. Como tem uma estrutura limitada, a produção dela nem sempre é suficiente para pavimentar a cidade. Quando as obras são em larga escala, o município precisa terceirizar o serviço, contratando empreiteiras.

O asfalto é formado por uma base recoberta por uma mistura de elementos. A dosagem para a capa varia de acordo com a intensidade do trânsito na via. Basicamente, o asfalto é feito de brita, pó-de-brita, cape 20 (resíduo do petróleo) e pedriscos. As quantidades são variadas e ainda pode se acrescentar cimento ou outro aditivo que, submetidos a temperaturas de 90 a 100 graus centígrados, formam a massa pré-misturada.