07 de julho de 2026
Geral

Recall

Rose Araujo
| Tempo de leitura: 2 min

Recall do Palio em Bauru ainda não foi definido pela montadora

Texto: Rose Araujo

Até ontem no começo da noite, a Meta Veículos, concessionária Fiat de Bauru, ainda não havia recebido informações sobre como deverá proceder quanto ao recall que a montadora anunciou esta semana.

O gerente de vendas da empresa, Aldo Deienno Júnior, estava esperando o comunicado da montadora ainda na noite de ontem, para saber quais as providências a serem tomadas em relação ao atendimento aos clientes.

A Fiat anunciou, na última quinta-feira, que decidiu fazer o recall de alguns modelos de veículos como uma ação preventiva, para garantir a imagem da empresa.

Serão chamados para o reparo todos os donos de Palio 1.0, Palio Weekend, Siena 1.0 e picape Strada, fabricados depois de maio de 98. A empresa vai reforçar a peça de suporte do cinto de segurança. Deverão ser convocados cerca de 320 mil veículos em todo o País.

O defeito no Palio foi detectado por uma revista especializada no setor automobilístico. Ela fez uma simulação de impacto com o carro e o engate dos cintos do motorista e do passageiros se soltou.

Deienno Júnior destacou que a empresa deverá estar enviando, em breve, as peças para a troca. "Nossos funcionários estarão prontos para atender a todos os clientes", salientou.

A Fiat já realizou três recalls no Brasil. O maior ocorreu em abril de 1996, envolvendo 150 mil veículos modelo Tipo, importados da Itália.

Desde segunda-feira, a General Motors está realizando o recall em cerca de 1,3 milhão de Corsas em todo o País. Os veículos também apresentaram problemas no cinto de segurança, mais especificamente na presilha do equipamento. Já existem alguns processos na Justiça contra a montadora, movidos por pessoas que se sentiram prejudicadas pela falha no cinto de segurança do veículo. O Procon

- órgão de defesa do consumidor - também está analisando a conduta da GM em relação ao defeito encontrado no carro.

A Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara Federal vai convocar, no início de novembro, o presidente da General Motors, Walter Wieland, para prestar esclarecimentos sobre os problemas detectados nos veículos.