07 de julho de 2026
Geral

cartas

Maria Teresinha Zanni de Arruda
| Tempo de leitura: 1 min

Muito se discute sobre o movimento cultural em Bauru. Via de regra o assunto sempre acaba em falta de recursos financeiros. Desde que conheci a Secretaria Municipal de Cultura a cantilena é a mesma: falta de recursos! Pareceu-me que o problema sempre esteve consignado à falta de um teatro e de obras físicas indispensáveis.Será que não está na hora de revermos essa situação, essa ótica, aproveitando o momento de dificuldade financeiras que o município vive? Temos acompanhado diversas iniciativas de entidades culturais autônomas e de caráter privado que estão superando suas dificuldades de recursos materiais com desenvolvimento e criatividade, face aos "novos tempos".Para não me alongar em situações diversas gostaria de comentar apenas um trabalho que o Sesc-Bauru desenvolve com a Terceira Idade em diversos programas cujos custos já percebemos são realizados em parceria entre a entidade e os participantes. O que temos visto, trata-se de uma fórmula saudável e objetiva com muita dedicação e organização da parte de todos e em especial dos dirigentes do Sesc. O Sarau realizado no último dia 9 do corrente evidenciou que essa fórmula funciona e dá resultados.De uma pessoa muito experiente da vida, sempre ouvi um ditado popular: "quem não pode com a mandinga não carrega o patuá"... Sr. prefeito municipal Nilson Costa: já que o município não tem como bancar a Secretaria Municipal de Cultura, por que não transformá-la em Fundação? Gostaria que V. Excia. conclamasse todos os setores da sociedade para discutir o assunto na sua profundidade para buscarmos a melhor solução para a nossa coletividade. Obrigado! (Maria Teresinha Zanni de Arruda - RG. 7.357.547)