08 de julho de 2026
Geral

Empresa nega prática de racionamento mascarado

Redação
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O diretor de Distribuição da Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL), Hélio Viana Pereira, negou ontem que a empresa pratica qualquer tipo de racionamento mascarado de distribuição de energia elétrica. Recentemente, o procurador do Ministério Público Federal em Bauru, Rodrigo Valdez, denunciou que as companhias de distribuição de energia elétrica estavam praticando racionamento mascarado de energia, inclusive com o consentimento da Agência Nacional de Energia Elétrica (Anel).Não há racionamento mascarado, o que pode ocorrer é um defeito específico. A empresa não tem nenhuma orientação nesse sentido, garantiu. Pereira informou que a empresa tem investido forte para minimizar os efeitos de situações de falta de energia elétrica. Mas o sistema elétrico brasileiro está sujeito a ações externas, do tempo, de descargas atmosféricas, de ventos. Hoje, não dá para se ter um sistema totalmente isento de falhas, justificou. O diretor diz que a companhia está investindo na organização de equipes de serviços para recuperar o sistema, no caso de cortes de energia, no menor tempo possível.Ele afirmou ainda que a CPFL não enfrenta nenhum problema de estrangulamento no sistema de distribuição de energia elétrica no Estado. Os níveis de demanda estão adequados.AtendimentoO diretor da empresa negou também que o escritório de atendimento da CPFL em Bauru tenha sido desativado. Segundo ele, dois profissionais trabalham no atendimento personalizado da clientela. Ele informou que a companhia investe pesado no atendimento por telefone. Para isso, foi montada uma central em Campinas, onde 250 profissionais treinados se revezam durante as 24 horas do dia. Nós tínhamos um planejamento, uma expectativa, de 400 mil atendimentos por mês, mas estamos atendendo a 600 mil ligações.