08 de julho de 2026
Geral

Noroeste emociona Bidon

Redação
| Tempo de leitura: 1 min

Fui o melhor técnico da Segunda Divisão em 83 dirigindo o Noroeste. Estou alegre, até emocionado em voltar a esse estádio. Palavras de Luís Carlos Pedro, o Bidon, mineiro de Araguari, que passou dos 60 anos, mas se considera como o vinho, ou seja: cada vez melhor. Bidon tem em sua carreira no futebol, 20 anos de jogador e 23 como treinador. Se destacou na zaga do Guarani, e seu primeiro clube como técnico foi o Vasco de Americana, agora Rio Branco. Seus últimos times foram Marcílio Dias, de Itajaí-SC e Independente de Limeira, em 97. O alegre e folclórico Bidon está aposentado temporariamente como técnico, mas não desvinculado do futebol. Tem uma loja de locação de roupas em Americana, onde mora há 25 anos, e lhe sobra tempo para empresariar jogadores. Em negociações com João Alfaffini, o Mazzola, Bidon mandou garotos para a Itália, entre eles seu filho Danilo, que joga no Parma, e que em janeiro será emprestado ao Goiás, por um ano.EM BAURU - O Noroeste era o líder invicto de toda a Segunda Divisão em 1983, estava classificado para uma fase decisiva com várias rodadas antecipadas, e mesmo assim dispensou o técnico Bidon, que montou a base do time vice-campeão. Subiu o XV de Piracicaba. Os outros clubes do quadrangular final foram Bandeirante e Nacional. Até 83, apenas um time era promovido à Primeira Divisão.Amigo de fé do apresentador Marcelo Costa, Bidon esteve no jogo do Daniel, terça-feira em Bauru, integrando a caravana da selecão dos artistas. Emocionado ao rever o Estádio Alfredo de Castilho, Bidon manifestou sua esperança de ver o Noroeste de volta à Primeirona e disse que acredita no trabalho de Vítor Hugo.