08 de julho de 2026
Geral

LEI DA FILA BANCÁRIA

Ramez Tauil
| Tempo de leitura: 2 min

Vitória dos bancos mais uma vez!!!

Duvido que nossos legisladores e o sindicato dos bancários não pensaram em outra alternativa. Senão vejamos:

1º) Toda agência deverá ter um relógio em local visível.

2º) Solicitar aos bancos de modo geral, que definam quais os dias de maior e menor movimento e afixar na agência uma tabela mês a mês de janeiro a dezembro, com dia da semana e dia do mês, para conhecimento do público. Imprimir folhetos para que sejam levados pelos clientes.

3º) Obrigue-se aos bancos a compra daquelas pequenas máquinas automáticas que emitem tikets que imprimem horário; como aqueles que existem nos estacionamentos pagos, e coloque-as após a porta giratória, ou em local determinado pelo banco. A máquina deverá expelir o tiket com o logotipo do banco, nº da agência e numeração em ordem crescente, além da hora, e deverá ficar sob o olhar de um funcionário.

4º) ao passar a porta, o usuário irá até a máquina e pegará seu tiket entrando na fila e aguardará a chamada através do painel único que deverá ser instalado anunciando o nº da senha. Quando o mesmo for atendido dentro do horário, o caixa ou funcionário ficará com tiket. Caso contrário, o cliente retornará à máquina e timbrará o horário excedido pelo qual foi prejudicado, levando para reclamação ao órgão competente, sem necessidade de testemunhas. Esse deve ser um procedimento de forma nacional, não somente regional. Caso o correntista não for se utilizar dos caixas, não há necessidade do tiket. Esse investimento não deverá honerar quase nada, se levarmos em consideração o alto custo em maquinário de informática que os bancos estão adquirindo, e haja visto o lucro que os mesmos auferem, inclusive dispensando funcionários e aumentando as filas dentro das agências.

Banco não corre risco, os serviços oferecidos a um alto preço, em forma de juro elevado, taxas, despesas, cheques sem fundos, cheque sustados, etc... Além da proteção governamental, ficam para o comércio, a indústria, a lavoura e a sociedade em geral, portanto nada mais justo que os mesmos dêem em pequeno retorno aos usuários.

Se houver idéia melhor, deve ser apresentada. (Ramez Tauil - RG. 2.744.835-6)