10 de julho de 2026
Geral

DIG esclarece que desaparecimento de criança não foi rapto, como disse mãe

Redação
| Tempo de leitura: 1 min

A Delegacia de Investigações Gerais (DIG) está esclarecendo um caso que vinha sendo cogitado pela população como um rapto de criança. O desaparecimento da menina K.C.C.C., de 4 anos, não passou de uma doação feita pela mãe, Marina de Fátima Dias.

A criança, na versão apresentada pela mãe e registrada em boletim de ocorrência, teria sido raptada por um casal, no dia 19 de janeiro, do antigo Posto Sem Limites, onde ela e a criança estavam.

O desaparecimento teria ocorrido no ínicio da noite. A criança teria sido arrancada, à força pelo casal, que na seqüência teria fugido em direção à cidade de Araçatuba.

O caso foi encaminhado para a DIG/Garra de Bauru, onde uma equipe de investigadores iniciou um trabalho no sentido de localizar a criança. Como a mãe era de Rio Claro, a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) e o Conselho Tutelar daquela cidade foram informados do desaparecimento.

As delegacias de Araçatuba e de Birigüi também foram informadas e a DDM de Bririgüi observou que uma criança com as mesmas características tinha sido apresentada à Vara de Infância e Adolescência daquela cidade.

O casal havia solicitado a guarda da menor, que havia sido doada pela própria mãe a um parente do casal. Segundo foi apurado, Marina de Fátima Dias teria feito a doação no antigo Posto Sem Limites, local onde teria espancado a criança.

O delegado titular da DIG/Garra, J.J.Cardia, informou que a mãe já havia perdido o pátrio poder de outros dois filhos por não ter condições de criá-los, uma vez que estaria vivendo da prostituição. É importante que a população saiba que não se tratou de rapto e nem seqüestro de criança, enfatizou Cardia.