07 de julho de 2026
Geral

RESPONSABILIDADE

Luiz Francisco Fernandes da Silva
| Tempo de leitura: 1 min

Todos sabem e não é de hoje. Tempestades causam sérios transtornos à população bauruense, onde as maiores vítimas são sempre aqueles que moram na periferia, principalmente os que moram à beira dos córregos etc. São tratados como cidadãos de segunda classe, pois os problemas estão sempre aí, numa eterna postergação.

No dia 8 p/p não foi diferente. Uma forte chuva causou estragos de toda espécie. O quadro foi muito desolador. O mais revoltante, porém, é saber que a Defesa Civil fora alertada pelo Instituto de Meteorologia, mas nenhuma providência foi tomada. Caso tivessem sido tomadas provavelmente vidas humanas teriam sido salvas. Quantas vidas humanas deverão ser sacrificadas para que as autoridades competentes (?) tomem as devidas providências? Até quando?

O sr. Álvaro de Brito não deve e não pode ficar querendo dar uma de mãe Diná ou Hualter Mercado porque se for assim ele está em profissão errada. Ele não está ocupando um cargo para imaginar (ver JC, pag. 9, dia 8/2) e sim para prevenir e quando uma imprudência resulta em morte como vem ocorrendo até com certa freqüência isto torna-se crime e alguém tem que ser responsabilizado.

Não estou acusando esta ou aquela pessoa, mas sim pedindo para que a justiça venha punir o(s) verdadeiro(s) culpado(s) pelas mortes que estão ocorrendo.

Estou aqui para alertar as autoridades para que as devidas providências, sejam elas quais forem, sejam tomadas pois, quando o Poder Público erra, quem paga a conta é toda a sociedade. (Luiz Francisco Fernandes da Silva - RG: 9.710.066)