10 de julho de 2026
Geral

Cerca de 200 policiais militares estavam aguardando ordens do comando da polícia

André Tomazela
| Tempo de leitura: 1 min

Por volta das 17 horas de ontem, teve início a rebelião na Penitenciária II localizada em Pirajuí. Assim como em outras 18 penitenciárias do Estado, cerca de 800 detentos, seguindo orientação dos integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC), mantiveram aproximadamente 150 familiares em visita no local, como reféns. Os 25 mil presos do Estado exigiam a volta de líderes da organização, transferidos do Complexo do Carandiru para outras unidades do Interior.

De acordo com o comandante da Companhia de Pirajuí, o capitão Airton, os detentos afirmaram que os familiares não eram reféns e sim uma espécie de garantia. Junto aos detentos, além dos familiares estavam cerca de 10 agentes penitenciários.

Até o fechamento da edição, por volta das 21 horas, a situação no local permanecia inalterada, enquanto em outras unidades pelo menos cinco presos haviam morrido em confronto com a Tropa de Choque da Polícia Militar. De acordo com o capitão Airton, os detentos permaneciam calmos. Os cerca de 200 policiais militares deslocados principalmente de Bauru, estavam aguardando ordens do comando da polícia em Bauru.