Na era da globalização, temos a facilidade de receber informações de várias épocas e culturas. Cabe a nós sabermos distinguir o lixo do nixo.
Enquanto vemos jovens fazendo churrasquinho com a perna, de outro lado vemos a rebelião de várias penitenciárias fazendo uso de uma mesma tecnologia com propósitos opostos.
Os jovens que hoje adornam ou marcam seus corpos estão muito mais preocupados com o propósito cultural do que com o estado de perplexidade que podem causar em alguns. A arte não se baseia no ato ou na experiência de fazê-la ou não, mas sim na imortalidade de expressões culturais.
Quanto a alguns gênios da nossa história, como Einstein, estes também causaram espanto e indignação na sua época, porém, hoje os vemos como ponto de referência.
Não somos frutos de uma experiência americanizada, mas sim estamos preparados a estar no mesmo nível cultural de um povo que tem inteligência e raiz para aperfeiçoar uma arte que marcou uma época da qual somos reflexo. (TattooManiax - Bianca Lourenço - RG: 30.387.019-9)