08 de julho de 2026
Geral

Comentário político

Redação
| Tempo de leitura: 2 min

Sem alvará

Até ontem, a Prefeitura de Bauru não havia obtido alvará do Corpo de Bombeiros para a liberação do Sambódromo. Entre as exigências estavam um corrimão de escadas, nas arquibancadas, e pára-raio. Por certo, os organizadores estão na correria para não atrapalhar a festa popular que promete um grau de profissionalismo maior neste ano.

Contribuinte folião

Sobre o questionamento feito por parte da população contra a verba de R$ 220 mil para as escolas de samba, o prefeito Nilson Costa (PPS) argumentou que milhares de cidadãos que pagam imposto gostam de Carnaval e têm o direito de querer a ajuda da Prefeitura para a festa. O prefeito reclama: Se faz, questionam a subvenção, se não faz, é parado.

Contas certas

Em se tratando de Carnaval, ainda não se sabe ao certo quanto a festa custa à municipalidade, mas além dos R$ 220 mil, a administração tem despesas com a estrutura do DAE, Saúde, Emdurb e Cultura na região do Sambódromo, além de pintura, iluminação, pagamento de jurados, entre outras. Mas Nilson rebate: destinamos milhões a outros setores, o Carnaval são R$ 220 mil e mesmo assim esse dinheiro está diminuindo.

Inconstitucional

A Comissão de Legislação, Justiça e Redação da Câmara Municipal não andou muito atenta ao aspecto da legalidade e constitucionalidade na legislatura passada. A Prefeitura contestou vários projetos de lei do Legislativo no Tribunal de Justiça e teve êxito em todos até agora.

Três orçamentos

A regra para compras e despesas com serviços pode se tornar uma rotina na Câmara de Bauru. Rotina em relação ao procedimento. A atual direção da Casa continua exigindo que cada setor faça pedidos por escrito e que a Diretoria Administrativa providencie três orçamentos. A providência pode ser uma boa sugestão para a comissão que analisa mudanças nos diferentes setores. Ou seja, vale transformar a prática em portaria.

Retiro e samba

O Legislativo vai dividido para este Carnaval. Alguns vereadores não devem comparecer ao Sambódromo, por convicção religiosa. É o caso de Toninho Garmes, Pastor Luiz, João Parreira, Roberto Bueno, entre outros. Alguns, entretanto, deverão participar da festa popular, como Paulo Madureira, por exemplo. O recesso político vai até quarta-feira de cinzas, exceto se alguém não cair bem na folia.

Artilheiro

E o vereador Osvaldo Paquito (PFL) manda um recado para o observador atento à sua atuação na Câmara Municipal. Sobre o fato de ainda não ter usado a tribuna do Legislativo, Paquito diz que o primeiro gol de um jogador não é o mais importante do campeonato, mas sim a conquista da artilharia. Resta saber agora se o pefelista é bom na pontaria.

Rocha apóia

O prefeito de Avaí, Reinaldo Rocha (PDT), enviou fax à redação dizendo que apóia o movimento indígena da Aldeia de Araribá. Ele pede que o Governo Federal, através da Funai e da Funasa, atenda aos anseios da comunidade, que, segundo ele, é um direito constitucional. Rocha poderia, também, acalmar parte dos índios, que parecem não gostar muito de jornalistas.