Por favor, bonde do tigrão, dança da motinha, tapa na cara, um tapinha não dói. O que é isso? É uma forma de se instigar a violência em conjunto com o que vemos na televisão ou a verdadeira falência da nossa cultura?
E essa hipocrisia de patrícias e maurícios freqüentarem os bailes funks? Será que a moda vai durar como a das bundinhas?
Põe a mão no joelho, dá uma abaixadinha, uma reboladinha e quem acaba dançando é a nossa juventude, que acaba crescendo alienada e totalmente à deriva.
Gente! Um tapinha dói sim, principalmente quando dado em um momento em que tanto se luta para diminuir a violência.
Nada contra o gosto e a vontade de cada um, afinal vivemos em um país democrático, mas tentar enfiar goela abaixo, em todas as emissoras de rádio e televisão essa moda, não dá!
Até o final da moda...
Obs. - Imaginem um Tom Jobim, ou Vinícios de Moraes, ou Vandré ou até mesmo, o Renato Russo ouvindo os Mano e as Minas, devem se debater lá embaixo. (Luiz Eduardo Penteado Borgo - RG: 26.537.725-0)