Construtoras descobriram na região o filão de mercado da classe média. O mais novo empreendimento é o condomínio fechado Parque das Palmeiras
A Zona Oeste de Bauru não pára de crescer. Cada vez mais, construtoras escolhem a região para construir conjuntos habitacionais voltados para classe média.
O mais novo empreendimento é o condomínio fechado Parque das Palmeiras. Cada um dos 192 apartamentos vai custar R$ 27. 500,00.
Segundo os engenheiros da Prata Construtora, a Zona Oeste, nas proximidades do Parque dos Sabiás, foi escolhida para a construção do condomínio porque é a região que mais tem se desenvolvido em Bauru.
Tanto é que foram edificados vários empreendimentos de conjuntos habitacionais na região, disse José Valério Neto, engenheiro civil da Prata Construtora.
Outro critério adotado pela construtora na hora de escolher o local para a construção do empreendimento foi o fácil acesso ao bairro. Três importantes vias da cidade dão acesso ao local: a rua Bernardino de Campos e as avenidas Castelo Branco e Comendador José da Silva Martha.
A região também conta com toda infra-estrutura, como água, luz, telefone, asfalto, linhas de ônibus, escolas, supermercados e comércio em geral. Até as instalações das Faculdades Integradas de Bauru ficam na região.
A área verde do local onde será construído o condomínio será preservada e o projeto de paisagismo começará a ser implantado assim que a construção do primeiro bloco tiver início.
Os apartamentos terão área útil de 63m², três quartos, sendo uma suíte, sala dois ambientes, banheiro social, cozinha, área de serviço e uma vaga na garagem.
Serão 192 apartamentos, divididos em 24 blocos, cada um com oito apartamentos (quatro no piso térreo e quatro no primeiro andar).
A terraplanagem do condomínio já foi feita e salão de festa já está pronto. Além disso, os moradores do empreendimento poderão contar com uma quadra poliesportiva e diversos quiosques com churrasqueiras.
Os apartamentos poderão ser financiados pela Caixa Econômica Federal. A entrega será feita em 11 meses, a partir da assinatura do contrato com a Caixa. E quem assina o contrato com o banco é o comprador do imóvel, e não mais a construtora.