07 de julho de 2026
Geral

Editorial

Giselle Hilário
| Tempo de leitura: 1 min

Já foi o tempo em que o consumidor olhava apenas o design do veículo antes de efetuar uma compra. Hoje em dia, segurança e funcionalidade são as palavras de ordem na hora de fechar o negócio. E por conta disso, engenheiros e estilistas de automóveis têm um desafio: conciliar acessibilidade aos comandos e botões, boa visibilidade dos instrumentos, nível de conforto satisfatório e posição de dirigir segura. Cada vez mais exigentes, os consumidores de todo o mundo já não aceitam carros desconfortáveis e cuja condução seja complicada ou exija muito esforço. E como se isso não bastasse, os técnicos também se desdobram na busca por soluções adequadas a cada mercado. No Brasil, por exemplo, a nova geração de consumidores está mais alta em 7 cm, em média. E nos Estados Unidos, os gordinhos compradores estão mais largos em 5 cm, em média. Mas essa evolução no estudo e aplicação de soluções em ergonomia de nada vai adiantar se o motorista não colaborar e não adotar uma correta postura ao volante. A medida não só traz benefícios à condução propriamente dita, que torna-se mais segura, como também evita o que os médicos chamam de patologias ergonômicas.