07 de julho de 2026
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Redação
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Crianças são vítimas de abusos

Mais de 2.500 meninos e meninas da Grã-Bretanha, a maioria hospedada em centros de assistência para a infância, estão envolvidos em cerca de uma centena de investigações atualmente em curso, por causa de abusos.

A notícia, publicada pelo jornal The Independent, reconstruiu o mapa das investigações em todo o Reino Unido. Algumas tiveram início nos anos 70 e 80, mas as denúncias e os casos novos crescem assustadoramente.

O responsável pelas forças policiais de Gloucestershire, Tony Butler, frisa que há poucos anos os funcionários públicos e os agentes de polícia não acreditavam nos relatos das crianças. Depois de 1991, quando surgiu o escândalo de Frank Beck, condenado a cinco penas de prisão perpétua por ter abusado sexualmente de crianças que estavam sob seus cuidados em casas assistenciais, as denúncias infantis ganharam mais credibilidade.

Apesar da forte resistência da polícia e da magistratura, foi possível construir uma espécie de banco de dados das violências ou das pessoas identificadas como pedófilos, ou suspeitos de terem cometido algum tipo de ato abusivo contra crianças e adolescentes.

Centenas de policiais dedicam seu tempo integral a estas investigações, e a lista de indivíduos sob controle é um pouco inferior às duas mi pessoas.

A amplitude dos abusos cometidos nas instituições infantis foi denunciada pelo Tribunal de Investigação, presidido por Ronald Waterhouse somente em Gales do Norte reconstituíram-se 650 casos de abuso. Muitos chegaram a acreditar que a maior atenção dada ao fenômeno teria efeitos positivos e diminuiria o número de casos. As investigações em curso demonstram porém que se tratava de uma esperança sem fundamento: a violência em instituições infantis está na ordem do dia. (Ansa)

Táxi exclusivamente feminino

Em breve serão criadas no Irã sociedades que oferecerão serviços de táxi exclusivos para as mulheres, e que serão gerenciadas e manipuladas apenas pelas representante do sexo feminino, informou recentemente a imprensa local.

O diretor da associação que reúne as sociedades que administram o serviço de táxis para mulheres, Masoomeh Ahovan, disse que proximamente dará maiores informações. Recentemente, frisou à imprensa, as mulheres iranianas também receberam a permissão para trabalhar na polícia e, apesar disso ser visto inicialmente como algo negativo, elas conseguiram prender muita gente. (Ansa)