08 de julho de 2026
Geral

Coronel Helder assume CPI-4

Ieda Rodrigues
| Tempo de leitura: 2 min

O coronel Helder Pereira, que até março de 1998, comandava o 2.º Batalhão da Polícia Rodoviária, assume, hoje, o Comando de Policiamento Interior-4 (CPI-4) da Polícia Militar. Ele, que veio transferido de Sorocaba, onde comandava o CPI-7, ocupará o lugar do coronel Cid Monteiro de Barros, que vai assumir o CPI-3, em Ribeirão Preto.

Coronel Helder vai trabalhar ao lado do coronel Luiz Roberto Carchedi, sub-comandante do CPI-4, que compreende 148 cidades, num total de cerca de 2,8 milhões de habitantes. A troca de comando na alta cúpula da PM, de acordo com coronel Cid, está sendo feita até por uma questão de estratégia de ação.

Coronel Cid, em função do trabalho que fez no CPI-4, considerado muito bom, foi escalado para trabalhar em Ribeirão Preto, região de índice de criminalidade mais alto do que o de Bauru.

Coronel Helder, por sua vez, conhece muito bem Bauru e região e, mesmo trabalhando em Sorocaba, continuou morando em Bauru. Em função disso, o Comando da PM decidiu pelas transferências. Helder, natural de Herculândia, mora em Bauru desde 1994. Depois de muitos anos frente ao 2.º Batalhão da Polícia Rodoviária, em março de 1998 foi transferido para Presidente Prudente.

No início de 2000, foi transferido para o CPI-7, em Sorocaba. Sobre sua expectativa de trabalho frente ao CPI-4, coronel Helder explicou que está muito alegre em retornar e que vai dar continuidade ao que vinha sendo feito pelo coronel Cid, sempre atuando de acordo com as metas traçadas pela PM.

Como o problema considerado mais grave na cidade é o furto e roubo de veículos, deve concentrar forças no combate a esse tipo de crime através do 4.º Batalhão da Polícia Militar. Ele lembrou que uma estratégia que deu certo em Sorocaba no combate ao furto de veículos, a operação integrada envolvendo as polícias Civil e Militar, Prefeitura, Receita Federal e outros órgãos, já está sendo desenvolvida em Bauru.

Coronel Helder frisou que vai trabalhar em sintonia com a Polícia Civil e para o fortalecimento, ainda maior, da Polícia Comunitária.

Ele elogiou a Polícia Comunitária de Bauru, dizendo que serve de modelo, e ressaltou que a polícia, sem a comunidade, não consegue os resultados almejados.