10 de julho de 2026
Geral

Enlace de homossexuais? Como?

(*) N. Serra
| Tempo de leitura: 2 min

Não enfocaremos aqui a união pura e simples de duas pessoas comuns. Nem até a associação física desta ou daquela figura humana, ambas de sexo diferente. Nada disso pretendemos observar através deste comentário ou desta opinião. Pretendemos dissecar, isto sim, o que possa vir a ser, e quais as suas conseqüências diretas ou indiretas, o esdrúxulo casamento, oficialmente constituído, de dois homossexuais, exatamente como os que estão começando a acontecer, de forma desmedida, na querida Holanda, de tão profundas tradições internacionais. Ali, no belo território que Deus lhe concedeu, há milhares de anos, o governo (será que democraticamente?) entendeu de permitir coisa assim incrível e, por isso de discutível natureza social... A decisão foi adotada na semana passada, mas já meia-centena de homens, inclusive rapazes de aparente boa família, compareceu às mesas dos cartórios de Registro Civil, no começo do período, a fim de formalizarem e oficializarem seu enlace matrimonial (eles com eles, puramente). Foram, assinaram os documentos, prometeram juras de amor eterno, trocaram beijos e abraços calorosos e bateram em retirada rumo aos seus apartamentos ou luxuosas vivendas para as primeiras, segundas ou muitas outras relações sexuais entre si. Aturdido, estupefacto, ou simplesmente admirado, o mundo tomou conhecimento do curioso e anômalo fato, através da Televisão, do Rádio, dos Jornais e Revistas em geral, que, como não poderiam deixar de o fazer, divulgaram-no em chamadas e notícias extras, como as que tivemos ensejo de ouvir e assistir em alguns veículos da mídia. Faz-se pergunta indagando como os demais povos, no seu amplíssimo todo, receberam o invento (inexplicável casamento entre figuras do mesmo sexo), o que, por causa disso, poderá o holandês pagar caro pelo mal que fez. Aceitariam as demais gentes o desenvolvimento da moda encampada infantilmente pela administração da velha nação? Bateriam palmas por sua internacionalização, qualquer dia destes, dando guarida à ampla e franca homossexualização humana que vem nascendo ao impulso da inovação que o Governo daquele país pesarosamente está gerando e com ela eliminando a masculinidade de seus homens (adultos, jovens e adolescentes)? Seria ou não seria ocasião oportuníssima para que as instituições internacionais, especialmente igrejas de todos os credos, pusessem-se a caminho da razão civil e tentassem detonar o terrível desastre, que avilta profundamente o ser humano ao transformar homens em mulheres e vice-versa? Milhões acham que sim porque o enlace sexual de homens com homens desvirtua todo o entendimento da sagrada sexualidade criada por Deus. Poder-se-ia esquecer de que os primeiros praticantes do sexo em si, acontecidos no alvorecer do mundo, foram um homem e uma mulher (Adão e Eva), pessoalmente, e não seres de idêntica constituição sexual como os que estão se consorciando, naquela região, como que marido e mulher ou marido e marido? É a nossa opinião.

(*) O autor, N. Serra, é o jornalista responsável do JC e delegado regional da Associação Paulista de Imprensa e da Ordem dos Velhos Jornalistas do Estado.