A Medicina Quântica (MQ), através de novas técnicas, pode tratar doençascom muito mais eficiência e muito menos tempo
A Medicina Quântica (MQ) propõe uma série de abordagens novas e mais profundas para todas as doenças; pode tratá-las com muito mais eficiência e muito menos tempo. Essa afirmação é do pioneiro nessa área no Brasil, Victor Mattos.
Além disso, ele explica que a MQ consegue reverter quadros crônicos, alguns dos quais diagnosticados como de natureza congênita (como se fosse uma conclusão genética irreversível) porque "na verdade, tais quadros não são congênitos, ou se são, podem ser revertidos agindo no âmago das estruturas atômicas, que desenvolveram condições particulares de interação entre si e entre as outras estruturas a que pertencem." Tais fenômenos são identificados como spins isotópicos de simetria local o que é uma expressão da física quântica. Todas as doenças podem ser tratadas com igual possibilidade de êxito; torna-se, no entanto, em algumas doenças degenerativas, a participação de um especialista a fim de tornar mais fácil a identificação de sinais clínicos de sua reversão, bem como a orientação do paciente em outros sentidos terapêuticos complementares.
Para a MQ, de acordo com Mattos, as doenças resumem-se na manifestação de uma grande Síndrome de Inadaptação Generalizada (SIG), manifesto em quatro aspectos: alergias; doenças do sangue; doenças respiratórias e doenças reumáticas. Trata-se de uma visão holística que estabelece como causa comum a ruptura do bioocampo neutrínico de proteção individual e tem como objetivo essencial a reintegração ou reunificação do referido campo, empregando para isto procedimentos técnicos de grande eficiência aliada a uma simplicidade singular.
É fácil de perceber as vantagens para o paciente, mas o destaque, contudo, é a rapidez do tratamento (normalmente 20 a 30 dias), a ausência de efeitos colaterais de qualquer espécie, a ausência quase absoluta de medicações (usa-se quase sempre suplementos nutricionais de formulação individualizada) e finalmente, a esperança de uma saúde relativa para aqueles que têm sofrido há anos de doenças crônicas degenerativas.
A MQ, explicou Mattos, baseia-se, predominantemente na Teoria dos Campos Unificados da Física Quântica (um tema longo e complexo) e no Princípio da Corporeidade da Mente (a mente humana não está na psique - como querem os psicólogos - está em todo o corpo, no soma), concepção esta que se constitui no seu paradigma. "O conhecido apotegma latino mens sana in corpore sano, significa na verdade que a mente é sã quando o corpo é são. Já no final do século XX e durante todo este século que estamos vivendo, a humanidade será estimulada a cuidar mais e mais do corpo, assegurando assim, a saúde deste e por conseqüência a saúde da mente, que por sua vez assegura a saúde do corpo e, portanto da mente, que assegura a saúde do corpo, que assegura a saúde da mente, que assegura a saúde do corpo... ad eternum", disse.
Segundo tal concepção, a mente não está localizada como se pensa comumente, no cérebro, no qual seria um substrato do intelecto além de recurso recorrente de apoio às funções intelectuais. É possível admitir-se a existência de uma atividade mental também localizada no cérebro, mas não exclusivamente nele. A mente orgânica, como é fácil inferir-se, localiza-se em todo o organismo, sendo, portanto sistêmica. Cada célula, além de possuir uma mente própria, interage com todo o organismo através de mecanismos sutis, quer no sentido construtivo (regenerativo) ou destrutivo (degenerativo).
Para a MQ a saúde psíquica e psicológica só pode ser alcançada e mantida através de práticas que desenvolvam e assegurem a saúde do corpo; quando um doente mental, digamos esquizofrênico, é levado a praticar exercícios físicos intensos e metódicos, seu estado mental corpóreo melhora e como conseqüência melhora também a sua visão de realidade, reduzindo-se assim o nível qualitativo de sua esquizofrenia, sem o emprego de medicação alguma. Segundo o próprio Freud (neurologista de origem) todas as nossas idéias provisórias em psicologia virão a se basear algum dia, numa sub-estrutura orgânica.
Mattos afirmou que com o emprego da Medicina Quântica Integral (MQI) é possível interferir no terreno através dos oligoelementos catalisadores de ação direta nos processos enzimáticos, o que resulta em reativação de reações metabólicas - antes bloqueadas ou insuficientes - muito necessárias ao funcionamento dos sistemas biológicos que atuam na manutenção da vida e de seus mecanismos regeneradores.
A MQI, que engloba a Oligoterapia Catalítica, a Medicina Ortomolecular, a Homotoxicologia e alguns dos métodos homeopáticos, tem como objetivo tratar as doenças ou disfunções reversíveis, decorrentes de desordens funcionais de origem genotípica ou fenotípica, agindo na base ou o mais próximo possível da base fundamental etiopatogênica. Desordens funcionais quase sempre são isentas de lesões embora tragam como conseqüência, uma alteração metabólica significativa. A esta, corresponde à expressão semiológica pouco definida, difusa ou pelo contrário, localizada que varia segundo a personalidade biológica do indivíduo, a qual se manifesta através de complexas funções dos minerais de expressão (cobre, cromo, cobalto e selênio, controladores da barreira intermentes da memória celular).
A MQI pode tratar as disfunções patognomônicas empregando, por exemplo, a Oligoterapia Catalítica, na qual o uso de medicamentos em dosagens muito fracas (frações de mg) isenta de toxicidade e de efeitos colaterais indesejáveis, possibilita o tratamento dos estados pré-patológicos e funcionais potencialmente degenerativos, aceleram ou reduzem a ação das enzimas atuantes nas reações metabólicas indispensáveis ao organismo. Para isto, explicou Mattos, empregam-se oligoelementos que sob a forma de gluconatos (sais orgânicos) integram-se facilmente nos ciclos fisiológicos. "Assim, são ao mesmo tempo hidro e lipossolúveis além de pouco ionizáveis", afirmou.
Ele disse que todas as especialidades médicas podem beneficiar-se com o emprego da MQI de um modo geral; de um modo mais particular, a clínica das afecções crônicas, as doenças classificadas como autoimunes, contra as quais pouco ou nada pode ser feito em termos de terapia tradicional ou convencional. A MQI, assim chamada devido à sua estreita relação com a física quântica e seu envolvimento com algumas metodologias terapêuticas, deverá na verdade, dentro de algum tempo, incorporar-se ao stablishment médico oficial e deixará de ser estudada como uma terapia alternativa ou complementar - o que na verdade não é. As formas complementares de atuação terapêutica e conceituação científica englobadas pela MQ são: a terapia Ortomolecular, a Oligoterapia Catalítica, a Homotoxicologia, a Homeopatia (alguns procedimentos), a Física moderna e pós-moderna (conceitos quânticos).
O aprendizado da MQI, de acordo com o curso ministrado por Mattos, não envolve o estudo de matemática superior ou física pura, mas tão somente a compreensão de novos e revolucionários conceitos da física quântica que por seus profundos e verdadeiros enunciados, estabelece na mente de quem os estuda e compreende, uma nova e extraordinária conceituação sobre a vida, seus mecanismos e seus objetivos, o mundo, o universo, o espaço/tempo e, sobretudo a consciência como atributo não apenas psicológico, mas fisiológico, corpóreo e universal.
O reconhecimento da Medicina Quântica
Não sendo ainda reconhecida pelas autoridades médicas, a MQ, de acordo com Mattos, permanecerá em desenvolvimento por um certo tempo e "como se trata de um tema dos mais apaixonantes e científicos, será a seu tempo, reconhecida como especialidade médica, tal como aconteceu com a medicina nuclear, com os diagnósticos por imagem computadorizada, ressonância magnética, cirurgia a laser, terapia hiperbárica, o emprego de ultra-som para destruição de cálculos renais (lithotripsia), homeopatia (reconhecida recentemente como especialidade médica) e muitas outras atividades científicas, que ligadas às atividades terapêuticas alcançaram reconhecimento oficial depois de certo tempo", afirmou.
Portanto, explica, o reconhecimento da MQ no meio acadêmico é tácito, entusiástico e um tanto desconcertante para aqueles que se estruturaram nas bases da velha física clássica (newtoniana) e não têm mais motivação para reciclarem os seus conhecimentos com esses novos conceitos da chamada nova física.