A empregada doméstica M.S.B., 25 anos (só iniciais divulgadas pela polícia) foi estuprada na quarta-feira de manhã nas proximidades do aeroporto por um homem, até ontem à tarde, desconhecido. Segundo contou a vítima na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), ela foi agarrada pelo pescoço e levada à força a um matagal existente perto do aeroporto, onde teria mantido relação sexual com o rapaz.
O estupro ocorreu por volta das 7h50 de quarta-feira, segundo a vítima, que contou que o rapaz, que ela desconhecia até então, tem cerca de 30 anos, cabelos castanhos e altura mediana. M.S.B. contou que o rapaz fugiu em uma motocicleta logo após o estupro. A moça foi encaminhada ao Instituto Médico Legal (IML), onde fez exame de corpo de delito, cujo resultado ainda não foi divulgado.
Segundo a delegada titular da DDM, Rejani Borro Ortiz Tiritan, o número de estupros de autoria desconhecida, semelhante ao que M.S.B foi vítima, não é grande em Bauru. Este caso é o segundo neste mês. Em alguns meses, nenhum é registrado. Mas a média gira em torno de dois ao mês, disse.
A delegada disse que os casos de estupro mais freqüentes são de autoria conhecida, com vítimas menores de 14 anos. São aqueles em que o pai ou padrasto estupra a filha ou enteada. A média, nesses casos, é de seis ao mês, expôs.