07 de julho de 2026
Geral

CUIDADOS COM A ÁGUA

Prof. Waldir Ferraz de Camargo
| Tempo de leitura: 1 min

Dia desses, o último de minhas férias, para ser mais exato, após 20 voltas a passos largos na pista do Bosque da Comunidade, saciei a sede que me corroía saboreando o frescor do precioso líquido que jorra abundante nos bebedouros instalados naquele local.

A noite, fui acometido de uma cólica intestinal terrível, seguido de febre, mal-estar generalizado e uma diarréia intensa - que lembrava o dilúvio -, obrigando-me a correr em socorro médico.

No outro dia, ainda em recuperação, retornei ao médico e, face aos sintomas e exames, conheci a causa de tão inesperada fatalidade: infecção por bactéria de água contaminada ingerida. Assim, lembrei-me imediatamente do Bosque, local agradável freqüentado por crianças, jovens, adultos e até idosos que lá também caminham, exercitando-se e se divertem. A água ali fornecida como potável é armazenada em uma edificação que se resume em quatro tubos de concreto sobrepostos, com uma visível camada de lodo que desce pelas laterais, o que me leva a um inevitável questionamento: seria essa fonte um possível foco de contaminação? Desejo que esta carta se reflita num alerta à Secretaria da Saúde, mandando verificar aquela água e sua potabilidade, a utilização e manutenção do reservatório e outros aspectos relativos à higiene, visando a prevenção e a segurança dos usuários daquele logradouro público. (Prof. Waldir Ferraz de Camargo - RG. 11.533.781)