Os trabalhos foram abertos na última segunda-feira, com a presença do presidente da Assembléia, Walter Feldman
O presidente da Assembléia, Walter Feldman, abriu anteontem, os trabalhos do 45.º Congresso de Municípios, que está sendo realizado no Centro de Convenções de Serra Negra e vai até o próximo sábado.
O evento é promovido pela Associação Paulista de Municípios (APM), presidida pelo prefeito de Osasco, Celso Giglio. Na solenidade de abertura, a mesa de trabalhos contou, também, com a presença do prefeito e do presidente da Câmara Municipal de Serra Negra, Paulo Roberto Scachetti e Charles Lolli; dos presidentes da Nossa Caixa e do Banespa, Carlos Gardenali e Gabriel Jaramillo, respectivamente; dos deputados estaduais Willians Rafael (PTB) e Nabi Chedid (PSD); do superintendente do Sebrae, Ernando Leça, além de prefeitos e representantes das empresas Furnas, Sabesp e Banco do Brasil.
O prefeito de Serra Negra afirmou que o objetivo do encontro é discutir temas que afetam diretamente as administrações municipais e seus moradores, como racionalização de energia, combate à violência, programa habitacional, merenda escolar e combate à dengue, dentre outros.
Para o presidente da APM, o evento se firma como o ponto mais importante nas agendas políticas municipais. Os prefeitos têm se esforçado para cumprir seu papel e atender à população, que, em sua maioria, prefere os serviços municipais, destacou Giglio.
Walter Feldman lembrou que nada é por acaso: 45 é o número do Congresso de Municípios e também o do partido do grande político que o nomeia, Mário Covas, disse, destacando o respeito que o ex-governador de São Paulo sempre teve pelos municípios.
Para o presidente da Assembléia, é preciso haver maior interação entre o poder público e a sociedade. A sociedade deve cobrar o cumprimento de promessas de campanha, disse. Segundo Feldman, existem três tipos de políticos: o que faz acordos, o burocrata e o que pensa no cidadão. É preciso a interação de todos para se obter uma democracia participativa, reforçou.
A idéia de município é geográfica. Para o congresso, a concepção ideal seria a de cidade, uma vez que o habitante não pode ser visto como um munícipe pagador de impostos, mas como cidadão construtor do País, concluiu Feldman.