07 de julho de 2026
Geral

Priorizando problemas

(*) N. Serra
| Tempo de leitura: 2 min

Inquestionavelmente, pois está à vista, Bauru se desenvolveu muito cinco décadas a esta parte. E a população, enxertada por bastante gente de fora, inclusive do Exterior, acompanhou pari passu a cidade, com suas características vibratórias até face ao que ganhou posição de destaque entre as suas centenas de congêneres. Conseqüentemente, teria ela de ganhar, também, uma pletora de problemas tanto urbanísticos como sociais, alguns dos quais seríssimos. Não poderia acontecer-lhe algo diferente, já que a ocorrência e e avolumação de questões de ambos os gêneros são inerências dos grandes centros, os quais não têm, por isso, condições de fugir delas. E são elas díspares, revestindo-se de todo tipo sofisticação, o que conduz os poderes públicos à adoção dos mais diversos caminhos para colocá-los dentro de medidas suportáveis tanto quanto possível pela sociedade, principalmente os setores mais afetados por elas.

No momento, estudam-se empenhadamente as prioridades do atendimento da população, pois as autoridades e as entidades do setor, tendo à frente o Conselho Municipal de Assistência Social, se mostram dispostos a elaborar uma política específica para a área, porquanto o Município ainda não conta com dispositivos amplos e objetivos para enfrentar a variedade de problemas cambiantes na ampla esfera. Pré-conferências, envolvendo representantes de vários cenários urbanísticos, todos com visão aprofundada da matéria e das necessidades, já vêm sendo levadas a efeito, objetivando a análise do panorama e a definição das providências que a questão impõe tendo em vista conduzir a medidas corretivas onde elas se façam imperiosas, e, no fim da última semana, mais de trezentos elementos representativos de quase todas as camadas sociais citadinas abraçaram a questão, listando as urgências sociais que não podem continuar indefinidamente sem os seus olhares. A paisagem está pintada, os poderes públicos já sabem onde terão de acudir para que os carentes de assistência social a tenham nas proporções devidas e, agora, um documento final será levado à Conferência alusiva para abrir caminhos objetivando sua execução, que, segundo conclusões regionais, os setores que mais precisam de novos programas de atendimento são criança, adolescente e família. E é necessário acudir a essa gente! Prossigam todos até lá, senhores e senhoras! É a nossa opinião.

(*) O autor, N. Serra, é o jornalista responsável do JC e delegado regional da Associação Paulista de Imprensa e da Ordem dos Velhos Jornalistas do Estado).