08 de julho de 2026
Geral

Comentário Político

Redação
| Tempo de leitura: 3 min

Novos rumos

O quase ex-tucano Natan Chaves, que chegou fazendo muito barulho ao ninho, há alguns anos, com um bloco de 500 filiados, deve dizer nesta semana para que partido vai. Falou-se no PV, no PSB e no PPS durante a semana passada. No PSDB ele não deve ficar mesmo.

Quem muda

Com Natan, devem desembarcar no novo partido alguns nomes mais próximos a ele, como Luiz Manji, por exemplo, uma espécie de fiel escudeiro. Eduardo Borgo, que era considerado do grupo de Natan, já demonstrou que ficará no PSDB e até já discursou em favor da nova executiva.

E os outros 400?

Quem também deverá acompanhar Natan até a próxima parada é o ex-presidente da juventude tucana na região, Carlos Perraldi, e a agente cultural Paula Polido. Resta saber, também, se os outros quatrocentos e tantos filiados por Natan no PSDB vão acompanhá-lo no novo partido.

Maluf perde

O ex-prefeito Paulo Maluf acaba de perder posto avançado na região de Bauru. O deputado Carlos Braga filiou-se nesta semana (passada) ao PTB, pelas mãos do líder do partido, deputado Campos Machado. Este é o trecho inicial de uma nota enviada pela assessoria de imprensa do PTB ao Jornal da Cidade.

Segunda bancada

A mesma nota acrescenta que com a filiação de Carlos Braga, a bancada do PTB na Assembléia Legislativa tornou-se a segunda maior, ao lado do PT, com 14 deputados estaduais. A princípio, apesar de ser uma sigla mais atraente no momento, Braga pode ter a concorrência acirrada na eleição de 2002.

Situação & obras

Vale lembrar que o PTB apóia o Governo do Estado na Assembléia. Mesmo com Braga dizendo que sua atuação será independente, não é de se estranhar se ele der início ao anúncio de obras para Bauru e região, como tem feito o também deputado estadual Pedro Tobias (PSDB). Teria sido esse o maior atrativo do PTB?

Novo velho arco

Em termos políticos, a filiação de Braga ao PTB e a ida dos vereadores José Clemente Resende e Luiz Carlos Valle para o PSB desenha um novo arco de forças eleitorais para 2002 em Bauru. Tobias, o PSDB e partidos periféricos de um lado; Nilson Costa, o PPS e talvez o PFL de outro e Tuga/Braga e cia na 3ª via. Seria um repeteco da eleição municipal de 2000? Por enquanto, não há nada de diferente.

Novas em 2004

Até a eleição do ano que vem poucas novidades devem surgir no cenário político, mas para a sucessão de Nilson Costa a realidade pode ser outra. Ensaia-se, ainda timidamente, em rodas empresariais e políticas, a gestação de nomes até agora desconhecidos do mundo político. Há um misto de entusiasmo com sentimento de obrigação para com a cidade em algumas rodas.

Caras-pintadas

Se na sessão da semana passada a galeria, corredores e frente da Câmara Municipal foram tomados por trabalhadores da ECCB, hoje deve ser por estudantes. É que será votado o polêmico veto do prefeito ao projeto de lei do vereador Rodrigo Agostinho (PMDB) que libera aos estudantes a meia-entrada em espetáculos culturais e esportivos com a comprovação escolar.