Os professores da Unesp, em assembléia realizada ontem, decidiram manter mobilização, mas não fazer greve
Os professores do câmpus de Bauru da Universidade Estadual Paulista (Unesp) decidiram, na assembléia realizada ontem, que deverão continuar lutando pelo reajuste salarial de 13,5%, mas não há definição de greve. A informação é da professora Emília de Mendonça Rosa Marques, do Departamento de Matemática da universidade.
A assembléia havia sido convocada para discutir os resultados da última reunião entre os reitores da Unesp, USP e Unicamp e representantes das associações de docentes e funcionário das universidades, realizada na última sexta-feira, 1 de junho. Na ocasião, os reitores reafirmaram a posição de oferecer apenas 6% como reajuste, não aceitando a proposta dos professores. Além disso, os reitores não aceitaram negociação de política salarial.
De acordo com a professora, o câmpus está atento aos novos acontecimentos e mobilizado. Ainda não existem indicativos de greve ou de paralisações pontuais.
Foi convocada uma nova assembléia para o dia 20 de junho, em que o assunto deverá ser novamente discutido.