08 de julho de 2026
Geral

VINTE E NOVE ANOS...

Arthur Monteiro de Carvalho Netto
| Tempo de leitura: 2 min

... Decorridos desde o Conclave na Suécia, promovido pela Organização das Nações Unidas (ONU), quando representantes, chefes de Estado da grande maioria dos Países menos favorecidos, preocupados com a ganância desenfreada em direção da conquista do poder em detrimento da natureza como um todo... tornando-se obcecados pelos bens exclusivamente materiais, esquecidos, ou melhor, enlouquecidos de que a essência da Vida no denominado Organismo planeta Terra é a Mãe Natureza, o que ninguém contesta e jamais contestará!...

- A mencionada importante Cerimônia citada, em data de 5 de junho de 1972... e nada de nada foi realizado no sentido da sintonia do denominado progresso material para conforto do bicho-homem, em harmonia com a Natureza. Diga-se de passagem que naquele período até a presente data os maiores predadores do nosso planeta são e continuam sendo as denominadas potências, as quais demonstram claramente ignorar procedimento tão cruel, vil, numa demonstração de absoluta boçalidade, a exemplo dos Estados Unidos da América, cujo presidente ainda recentemente declarou ostensivamente como todo poderoso, senhor do mundo!: "não concordo e portanto não assinarei o acordo em prol do Meio Ambiente. Tudo como Dantes no velho quartel de Abrantes. O mesmo ocorrendo com as demais potências... Seriam eles capazes de evitar a hecatombe ecológica que nos espreita no dia-a-dia? Com plena e absoluta certeza que não, mesmo porque a Natureza emana do Criador, nosso Mestre e Senhor, portanto!...

Haja vista que a reação da Mãe Natureza vem diretamente ao encontro das absurdas agressões do bicho-homem: maremotos, terremotos, o aceleramento dos vulcões, inversões térmicas (em pleno verão, frio, e vice versa, pequenino exemplo), a tão discutida camada de ozônio afetando toda a atmosfera através da massa de automotores em profusão, indústrias sem os devidos resguardos (utilizando os respectivos filtros para evitar os gazes deletérios), a total e absoluta ausência da conscientização ecológica das populações, as quais fazem dos nossos outrora límpidos e ricos belos rios verdadeiras lixeiras, assim como na área urbana os bueiros não passam de veículos onde são introduzidos lixo... até domésticos, imaginem e reflitam os senhores! Precisamos em caráter urgente urgentíssimo trabalhar nessa direção entrelaçados com os poderes constituídos - porquanto é fácil denegrir a imagem, através da falaescrita, televisiva ou verbal dos mesmos, porém, o fundamental é colocar em prática nosso trabalho em prol da coletividade; que se traduz em bem-estar de todos e proteção ao maior tesouro da face da terra: a natureza.

Nós, ambientalistas cônscios da nossa responsabilidade, praticamos no quatidiano prazerosamente com as nossas obrigações sem objetivar se aparecer, como dizem pela aí, e muito menos com fins lucrativos ou políticos. (Arthur Monteiro de Carvalho Netto - jornalista MTb. 24.444)