10 de julho de 2026
Geral

Tobias solicita Banco do Povo para 12 municípios

Redação
| Tempo de leitura: 2 min

O deputado estadual Pedro Tobias (PSDB) solicitou ao governador Geraldo Alckmin a implantação do Programa de Investimentos de Crédito Produtivo Popular, conhecido como Banco do Povo, em 12 municípios da região de Bauru. São eles: Ubirajara, Alvinlândia, Avaí, Cabrália Paulista, Duartina, Fernão, Galia, Garça, Lupércio, Lucianópolis, Paulistânia e Presidente Alves.

Criado em setembro de 1998 pelo Governo do Estado, o Banco do Povo chega aos municípios paulistas através de parcerias com as Prefeituras, que gerenciam o funcionamento diário das unidades e garantem 10% dos recursos.

No pedido encaminhado ao governador Alckmin, o deputado Pedro Tobias argumentou que a implantação do Banco do Povo nessas 12 cidades será muito importante para impulsionar o crescimento através do aumento de oportunidades e empregos. Para cada quatro empréstimos liberados, são criados, em média, três empregos.

O Banco do Povo financia projetos de pequenos e microempreendedores que não conseguiriam crédito em bancos comerciais. Os empréstimos concedidos por esse tipo de programa variam de R$ 200 a R$ 5 mil para pessoas físicas. Para cooperativas e associações, o limite máximo sobe para R$ 25 mil. Para o pagamento de empréstimos de capital de giro, o prazo é de um a seis meses. Para investimento fixo, de um a 18 meses, sempre com prestações fixas. A taxa de juros é de apenas 1% ao mês.

De acordo com a Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho, os setores que mais recorreram até agora a empréstimos do Banco do Povo em todo o Estado foram lanchonetes, bares e mercearias, costureira, pespontadeira e bordadeira, prestação de serviços, comércio de alimentos e marmitex, e comércio de roupas e calçados.

O Banco do Povo está presente hoje em 82 cidades e já liberou mais de R$ 14 milhões em empréstimos, beneficiando cerca de 26 mil pessoas.

Como forma de garantir o caráter popular do banco, o deputado Pedro Tobias explicou que os empreendedores que registram faturamento bruto acima de R$ 87,3 mil por ano não podem tomar crédito.