07 de julho de 2026
Geral

INDIGNAÇÃO!

Ascob
| Tempo de leitura: 3 min

É mesmo com indignação que os funcionários da Cohab vêem mais uma vez sua empresa ser criticada, principalmente quando o comentário tem o fim de descaracterizar o trabalho sério e responsável praticado ao longo dos anos. Nós, empregados, participantes dos resultados positivos que nossa empresa conquistou, nos aborrecemos profundamente quando a interferência de representantes dos poderes constituídos só ocorre quando lhes convém pessoal, comercial ou partidariamente. Há tempos que não se vê ou se ouve qualquer comentário público quando a Cohab obtém benefícios ou divulga conquistas e sucessos no desempenho fiel de suas finalidades. Essa empresa, senhores, construiu 65.000 moradias. Administra ainda, senhores, 48.000 contratos, zelando pela manutenção do patrimônio familiar de cerca de 200.000 pessoas! Ela não trabalha buscando dar prejuízo a esta ou a qualquer outra Prefeitura acionista. Ela trabalha, e muito, para a estabilidade social de mais de 80 municípios no Estado! É muita responsabilidade e de muito valor social a sua existência! É absurdo se ouvir, de quem quer que seja, que a Cohab deve fechar pois causará prejuízos a Bauru. Ao contrário, senhores, ela traz lucro social, prestígio e exemplo para outras tantas cidades do País! Para comprovar, é só conhecê-la, isto é, se quiser, seja lá quem ou de que poder for, cuja atuação se revista de honestidade de propósito. A empresa sofreu reveses, sim, não só pela falta de política nacional para a habitação, como também por má gestão, mas não precisa fechar por isso, principalmente nos dias atuais, que em fase de saneamento financeiro e administrativo, vem se colocando em condições para pleitear e reiniciar a produção de habitações populares. Felizmente, longe se fazem os dias em que ela foi utilizada até para outras atividades extremamente diferentes do seu fim social, como de práticas esportivas, por exemplo. Nessas ocasiões, não conhecemos nenhuma manifestação de repúdio ou outra, no sentido de defender a Companhia ou seus funcionários, os munícipes ou os seus mutuários, pela má aplicação dos recursos da empresa! Interessante é que só hoje é que se observa, vez por outra, a existência de preocupação pelos destinos dos munícipes de Bauru (?). Ora, senhores, nós, funcionários - os que realmente conhecem a empresa e sua história -, não somos tolos em aceitar tais comentários passivamente. Não gostamos também de ouvir que somos detentores de altos salários, obtidos dentro de gabinetes com cafezinhos, água gelada e ar-condicionado, como se todos os que aqui trabalham fossem um bando de vagabundos e aproveitadores. Somos trabalhadores e pais de família e queremos respeito. Exigimos consideração e idêntico respeito aos colegas assessores, secretárias e diretores que, como qualquer um de nós, têm o digno e sagrado direito ao trabalho, que apesar de nem sempre ser reconhecido, é efetivamente em benefício da população de Bauru e de outras dezenas de cidades. Enfim, procurem, aqueles preocupados, buscar conhecer a Cohab de hoje, administrada com seriedade e compromisso com seus funcionários e sua finalidade, para, quem sabe, nos ajudar a recuperá-la mais rapidamente dos danos sofridos em outras épocas e construirmos mais casas em Bauru, porque, terrenos de bom tamanho, a cidade tem! (Ascob - Associação dos Funcionários da Cohab Bauru)