08 de julho de 2026
Geral

SMS presta contas sobre PS do Ipiranga

Redação
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A falta de médicos para atender aos pacientes do Pronto-Socorro Municipal da Vila Ipiranga foi discutida numa reunião realizada na segunda-feira, às 19 horas, no Salão Paroquial da Igreja de Nossa Senhora de Lurdes e São João Batista. O evento contou com a participação da secretária municipal de Saúde, Sônia Alves Fiochi, que esclareceu aos integrantes da comunidade presentes os motivos dos problemas do PS e as perspectivas de melhora.

De acordo com José Perea Martins, membro do Conselho Gestor do PS da Vila Ipiranga, a reunião foi convocada a pedido dos moradores da região, que sentem-se prejudicados com a falta de profissionais para atender os pacientes que chegam ao PS. A reunião foi organizada a pedido dos moradores, que fizeram um abaixo-assinado pedindo explicações sobre a constante falta de médicos no pronto-socorro, disse.

Martins acrescentou que a diretora do PS, a secretária municipal de Saúde e o diretor do Pronto Atendimento Infantil (PAI), Felinto dos Santos Neto, foram chamados para participar da reunião para disponibilizar à população dados precisos sobre o atendimento médico no local e suas falhas. Só o Conselho Gestor, que é composto por quatro funcionários e quatro membros da comunidade, não saberia dizer tudo. A secretária explicou os problemas e prometeu suprir as necessidades, no que diz respeito aos médicos que estão faltando na unidade. Ela disse que haverá concursos para contratação, principalmente de pediatras. Agora, foi a vez da secretária substituta fazer a sua promessa. Nós vamos esperar que a coisa mude, que funcione. É duro ver uma fila de pessoas esperando e depois tendo que ir embora, esclareceu.

A principal queixa da população refere-se à falta de médicos para atender os pacientes que chegam ao local, que com freqüência têm que voltar para casa ou dirigir-se ao Pronto-Socorro Municipal Central.

No entanto, os cerca de 110 integrantes da comunidade que compareceram à reunião saíram satisfeitos com a prestação de contas, segundo contou o membro do Conselho Gestor. A população saiu satisfeita porque houve resposta a todas as perguntas. Pelo menos, a reunião foi produtiva. As próprias autoridades foram até o local para dar uma posição, e isso é muito importante. Nós, como gestores representantes da população, fazemos a fiscalização, constatamos que quase todos os dias faltam médicos e nos aliamos à comunidade para fazer críticas a nós mesmos, enfatizou Martins.