08 de julho de 2026
Geral

DOM FERNANDO II...

Arthur M. de Carvalho Netto
| Tempo de leitura: 2 min

Dando por iniciado na cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, o Fórum Internacional da Área Farmacêutica, fazendo restrições ao que tange a vendagem dos produtos em grande escala ao nosso País e com preços exorbitantes. Eu não posso admitir que Sua Insolência - presidente da República Federativa do Brasil (feudal), não chegará ao extremo de ignorar que nós fornecemos (também em grande escala), a matéria-prima para os States e demais países denominados os todo-poderosos da Casa-Mater. Com a agravante, diria, criminosa, que nas asas da clandestinidade, subtraindo, inclusive os impostos que nos são devidos - refiro-me a grandiosidade de ervas medicinais em qualidade e imensa quantidade (in natura), enviados do incomensurável ecossistema denominado a rainha das florestas tropicais, a Amazônia, para o exterior, diga-se de passagem, de longa data, onde são manipulados, rotulados bonitinhos, realmente as embalagens até impressionam pela beleza e chiquê!!!

Nós pagamos a esse miserável mercado, quando do retorno ao nosso país, preços realmente muito elevados; é incrível e inadmissível, porém, é a expressão da verdade desse amontoado de sujeira! Lamentavelmente, nós passamos a ser fundo de quintal dos países além-mar, porquanto aqui tudo pode para eles... enquanto dormem na sargeta e nas ruas paralelas dos postos de saúde, os nossos irmãos brasileirinhos para serem atendidos no que é o mais precioso em nosso existencial: os reparos em nossas máquinas físicas, como agravante, vergonhosa agravante de termos pago para o outrora famigerado Instituto de Previdência Social (INPS), que a despeito de haverem mudado o nome, nada mudou, muito pelo contrário, piorou. E esse (des)governo deslavadamente remunera mal e por quebra tenta desmoralizar os funcionários dessa instituição, a qual merece todo o nosso respeito e por que não admiração pelo muito que fazem, como genuínos mágicos: ausência de medicamentos de toda ordem (até uma aspirina não tem), aparelhagem e quando tem não funciona, porquanto é perenal a ausência de conservação da mesma; péssima remuneração, enfim é um pandemônio... só mesmo o desprendimento na esteira da solidariedade humana desses abnegados funcionários para um alívio, tornando-se um paliativo, é verdade... mas o que fazer? Meu Deus!!! Segundo alhures, porém, de fonte fidedigna larjan é que não falta na Previdência e sobra a ausência de vergonha na cara!... (Arthur Monteiro de Carvalho Netto)