Impossibilitado de comparecer pessoalmente ao Procon, sirvo-me desta coluna a fim de fazer a seguinte consulta:
Não é de hoje que os clientes da CPFL reclamam da estranha matemática dessa Cia, que eleva o ICMS para mais de 33% se o percentual deveria ser de 25%. Gostaria que o Procon informasse, não só a mim, mas a todos os consumidores, por que essa situação não tem uma definitiva explicação.
A CPFL tem algum amparo legal para esse sistema de cobrança? Se tem, qual? Caso contrário, qual a posição desse órgão? Tomou alguma providência? Está tomando? Qual a situação atual? No aguardo do esclarecimento desta consulta, se possível através deste mesmo jornal, para conhecimento de todos, apresento minhas cordiais saudações. (Israel Martins - RG. 2.696.056)