08 de julho de 2026
Geral

Sindicalista alega intransigência

Rita de C. Cornélio
| Tempo de leitura: 1 min

Segundo o presidente do sindicato dos Condutores de Veículos Rodoviários de Bauru, Elias Pinheiro da Silva, "a paralisação se deve à intransigência do setor patronal e a pressão que a polícia exerceu quando fazíamos o movimento na avenida Rodrigues Alves", disse.

Segundo ele, os ônibus não puderam parar na avenida devido à atuação feita pela Polícia Militar (estacionar na avenida é proibido). "Eles queriam multar os ônibus. Optamos por retirar os cobradores dos veículos para que os motoristas pudessem sair com os ônibus levando os passageiros até o destino final", disse.

Na opinião do sindicalista, a paralisação não chegou a ser uma greve. "É uma paralisação de protesto", explicou. O sindicalista classificou os tumultos como sendo atitudes isoladas de alguns participantes que se exaltaram ao convidar os cobradores a abandonarem o trabalho.