A carteira de meia entrada, ao contrário do que pensam alguns poucos dirigentes estudantis, é um direito conquistado pelas entidades e tem como objetivo manter a independência financeira das entidades estudantis (Grêmio, Umesb, CA, DA, UEE, UNE) dos partidos ou grupos políticos e incentivar a permanência do aluno na escola.
Ao contrário do que dizem esses falsos dirigentes, defender a carteira é defender o movimento estudantil, é defender o incentivo ao estudo, é defender campanhas como a luta pelo Crédito Educativo que atenda às necessidades dos estudantes, pela luta da redução das mensalidades, pelo ensino público de qualidade e aumento de cursos noturnos. Isto, sim, é defender a carteira.
Por tudo isso temos certeza que a lei vetada pelo prefeito e apoiada por poucos dirigentes estudantis, preocupados apenas com a disputa do movimento, sem refletir sobre o incentivo ao estudo que representa a carteira e nem com as lutas estudantis, tem como objetivo jogar as entidades para a mão de grupos políticos em detrimento de uma entidade plural que garanta, inclusive, as opiniões contrárias da UNE e UEE, apesar de terem sido aprovadas em seus congressos pela maioria dos estudantes.
Agradecemos a todos aqueles que ajudam a defender o movimento estudantil com responsabilidade e compromisso com a luta dos estudantes. (Allan Gomes - diretor do Depto. de Comunicação da UEE)