O japonês dono de uma grande granja levou um casal amigo para visitar suas instalações. Eles apreciavam muito a visita, os detalhes, o frigorífico, a limpeza, tudo uma beleza. Quando chegaram ao matadouro, onde as galinhas eram sacrificadas para serem congeladas e mandadas para os supermercados, a mulher perguntou ao japonês, muito impressionada:
- Mas o senhor não sente pena de matar tantas galinhas?
- Non, - disse o japonês -, galinha muito costumadinha a morrê, non?!...
O ladrão entrou na igreja para roubar o dinheiro das missões. Pegou o canivete e quando já ia arrancando a tampa da caixa, o padre saiu da sacristia e percebeu que tinha alguém na igreja.
- Quem está aí?
Sem saber o que fazer, o ladrão subiu lá para o altar e ficou com os braços abertos, em cruz, fingindo de estátua. Ou de imagem de santo.
O padre se aproximou do ladrão-estátua e iluminou a imagem do santo com uma lanterna.
- Quem está aí? Responda ou eu atiro - e trocou a lanterna por um revólver.
O ladrão, apavorado, gelou e respondeu:
- Sou um anjo que apareceu para o senhor.
- Ah... é um anjo, é? Um anjo? Então voa!!! Voa ou eu atiro!
- Não posso, padre!
- E não pode por quê? Não é anjo? Anjo voa!
E o ladrão:
- É que eu ainda sou filhote!