07 de julho de 2026
Geral

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Redação
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Alta médica

O ex-prefeito Antonio Izzo Filho teve alta médica ontem e retornou para a Cadeia Pública, depois de passar três dias internado no Hospital de Base para tratamento de diabetes e crise de hipertensão. Segundo o advogado do ex-prefeito, Ailton Gimenez, ele ainda recupera-se do quadro clínico diagnosticado na última segunda-feira pelo seu médico particular, instável desde sua prisão, há dois anos.

O futuro

A comunidade tem hoje um evento político dos mais importantes. A partir das 19h30, na Câmara Municipal, será debatido o Plano Plurianual da Administração. Confirmaram presença representantes de associações de moradores, conselhos, sindicatos, clubes de serviço, entre outras entidades da sociedade organizada. Será uma oportunidade para discutir o futuro do Município.

Tensão 1

Continua tensa a relação entre o presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Economia Informal de Bauru, Mário Augusto dos Santos, e alguns camelôs. Um grupo de oposição ao sindicalista está distribuindo um boletim intitulado IN formal, que relata as denúncias direcionadas a ele pelo vereador Faria Neto (PDT). O assunto retornará à Câmara Municipal, na sessão de segunda-feira.

Tensão 2

A situação também não anda nada boa para o lado dos fiscais da Prefeitura. Alguns deles têm sido agredidos verbalmente durante o exercício da profissão. Ontem, um fiscal registrou BO depois de ter sido desacatado por um empresário ao tentar cumprir sua função. A categoria já ameaça paralisar as atividades se a situação persistir. Eles prometem acompanhar a sessão legislativa de segunda-feira.

Projeto milionário

Mais de cinco mil servidores municipais terão interesse direto na tramitação do projeto de lei que será protocolado pela Prefeitura na Câmara, na próxima segunda-feira. O projeto visa institui o novo regime de previdência, envolve milhões de reais em caixa, em pouco tempo de contribuição, e vai definir o futuro dos servidores públicos aposentados. O projeto é um dos mais importantes dos últimos anos.

Bomba-relógio

A atual previdência municipal é de fachada, um engodo que camuflou desvios de finalidade nos últimos anos. Precisou uma lei federal de 1998 exigir a separação dos gastos com plano de saúde para que as prefeituras se sentissem pressionadas a instituir o novo regime. O Seprem também não fez sua parte neste sistema, mantendo vícios antigos. Quem bancou o Seprem até agora foi praticamente só o servidor, recorde-se.

Responsabilidade

Muitos setores têm interesse no novo regime de previdência. Sobretudo pela cifra milionária de seu caixa. A Câmara tem a responsabilidade de aprovar uma lei que resolva o déficit do sistema. E muito mais que isso. Tem a responsabilidade de assegurar uma estrutura à Fundação de Previdência que não possa ser contaminada por nenhum agente político mal intensionado. Tem de assegurar que os servidores sejam os únicos a administrar a fundação.