08 de julho de 2026
Geral

CLONAR OU NÃO?

Osvaldo Vedroz Mesquita
| Tempo de leitura: 1 min

O noticiário dá destaque às pretensões do mundo científico, de pretender realizar a clonagem de seres humanos.

O mundo religioso e cristão, na sua aparente totalidade, se revolta com a idéia e a repudiam com os mais variados argumentos. Seria essa, porém, uma reação sustentável? Seria justo, a priori, rejeitar uma possibilidade científica e ao mesmo tempo aceitar uma história menos plausível, de que o homem teria sido feito de barro e depois de feito, ter-lhe sido extraído uma costela de onde se clonou a mulher?

Nós, cristãos, que honramos o evangelho, não podemos esquecer determinadas advertências de Jesus.

Ele disse: - Ainda tenho muitas coisas para lhes dizer que não iríeis compreender... Não vos deixarei órfãos, pedirei ao Pai e Ele vos enviará em Meu nome, o espírito verdade, o consolador e ele vos dirá muitas outras coisas.

Rejeitar uma experiência que teria como resultado final libertar a mulher da obrigação, muitas vezes dolorosa, de ser o laboratório da vida física, sem uma profunda reflexão, é pura afobação.

Se (segundo o evangelho) nem uma folha se desprende de uma árvore, sem que seja presidida pela vontade de Deus, porque nossa razão poderia aceitar que acontecimento de tal grandeza pudesse ser realizado à Sua revelia?

É a ciência com seus indormidos pesquisadores que produzem os melhores resultados para a evolução do homem físico. O homem espírito, este sim, só poderá ser uma realização divina e a conjunção dos dois só poderá acontecer se houver a sua permissão, e sem ela, qualquer corpo seria apenas um amontoado de células. (Osvaldo Vedroz Mesquita - RG: 78.353)