08 de julho de 2026
Geral

O CONFLITO ISRAEL E ÁRABES

Dib Mereb
| Tempo de leitura: 2 min

Mais que uma polêmica, esse conflito deve ser considerado no seu fundo, no seu cerne, que dita a conduta da história humana. Quando a ONU, num acordo comum internacional, cedeu o então deserto de Neguev ao povo judeu sofrido e espalhado pelo mundo, assim o fez não só por solidariedade a esse povo, mas prezando as suas raízes, suas qualidades e vocação pioneira.

O mundo todo viu, assistiu e verificou o que fez Israel do deserto árabe que lhe concederam: transformou o pequenino território desértico numa potencialidade em todos os sentidos, num esplêndido exemplo que tamanho, e tamanho da terra não é documento, não é credencial para o bem viver, mas tão-somente as qualidades construtivas, o bom comportamento da criatura humana.

Veja-se no noticiário internacional da criminologia, dos marginalismo, vícios degenerativos: dificilmente consta o nome de um judeu. Bem, Israel renasceu, apareceu e cresceu, ficou uma potência em tudo, no deserto que lhe deram. Pagou caro, está pagando caro por isto. A letargia de vida dos vizinhos árabes, e com maior razão os da chamada filosofia muçulmana, não se fez por demorar. O despeito, o ciúme, a canela, dor-de-cotovelo, mostrou a cara. Iniciaram o ataque, a agressão a Israel. A tal da 1.ª Intifada, que iria se suceder a outras. Vendo que sua sobrevivência estava crítica, e para tentar conservá-la, assegurar sua autodefesa em território tão pequenino, alongou suas fronteiras, gerando mais ainda o ódio, o fanatismo e terrorismo próprios da filosofia muçulmana. Faça-se justiça aqui aos árabes cristãos do pequenino Líbano, outra gente, outro povo, que sempre respeitaram e viveram em paz com os israelitas. Deus sabe em que tormentos tem vivido o Líbano, acossado sempre e submetido pelo Exército muçulmano da Síria, um campo de batalha de facções extremistas do terrorismo muçulmano que já provou ao mundo no passado e no presente o que é realmente a sua filosofia, a santidade de sua truculência contra si próprios e os outros, e a barbaridade de pôr o nome de Deus nisso. Esse é o extremismo em nome de Deus. Igual a esse, ou pior, é o outro disfarçado com os nomes de marxismo-leninismo, maoísmo, esquerdas, senderos luminosos, etc. Agora mesmo, a China Comunista, abrindo suas fronteiras para atrair o capitalismo internacional que só pensa em dinheiro, e detentora da bomba atômica, está de abraços e beijos com o outro extremista Arafat (os semelhantes se atraem) numa confirmação das previsões de Nostradamus: que a 3.ª Guerra Mundial pode se iniciar no Oriente Médio. (Dib Mereb - RG: 8.510.805)