07 de julho de 2026
Geral

Retoques

Redação
| Tempo de leitura: 3 min

Esporte feminino vive idade do ouro

Venus e Serena Williams e sua compatriota Jennifer Capriati são a ponta do iceberg do novo boom da atual Idade do Ouro do esporte feminino feminino. Alguns afirmam que este boom feminino nasceu na Olimpíada de Los Angeles em 1984; outros, no mais recente sucesso do mundial de futebol. No entanto, o aberto de tênis que acabou recentemente em Nova York marca a consagração: nos Estados Unidos, o futuro do esporte é cor-de-rosa. O boom das mulheres esportistas americanas se expande para todos os setores do esporte, e contamina ambientes universitários e patrocinadores. Os publicitários observam as cifras, fazem cálculos e se preparam para, em massa, financiar o basquetebol, o futebol, o hóquei sobre gelo e até esportes que se realizam na neve. As estatísticas mostram que em 1971 apenas uma mulher sobre 27 participava ativamente nos esportes nas escolas superiores, enquanto em 1998 o número subiu para 2,5. Na década passada, o número de moças presentes nas equipes escolares, verdadeiro berço da máquina esportiva do país, cresceu 31%, enquanto o dos homens cresceu 9%. Entre 1990 e 1996 a participação nas equipes de futebol feminino no colégio cresceu 120%. O fenômeno do esporte americano cor-de-rosa já é conhecido há muito tempo, mas para apreciar o potencial real era preciso um acontecimento inédito que, pela primeira vez, mostrasse as mulheres em primeiro plano nas tevês. O Aberto de Tênis foi esta oportunidade. Os americanos pouco se importam com a performance de Pete Sampras, pois seus olhos estão voltados para as mulheres. O semanário Time dedicou sua capa às Williams, enquanto Jennifer Capriati, em 27 de agosto, foi convidada a abrir as operações de Wall Street, onde foi recebida com aplausos e por muitos jornalistas. Existem outras heroínas do esporte feminino, de Lisa Leslie e Ruth Riley (jovem estrela dos campos universitários) no basquetebol, até Brandi Chastain, famosa pelo seu strip-tease quando a equipe de futebol venceu o Mundial em 1999. Para muitos, esta vitória significou a ascensão do esporte feminino no país, embora existam os que acreditam que este momento aconteceu na Olimpíada de Atlanta, em 1996. No entanto, o que é certo é o slogan das atletas americanas: Não há limites para nós. (Ansa)

Britânicas gostam de mentir

Uma pesquisa realizada na Grã-Bretanha, publicada na revista Thats Life!, revela que uma entre quatro mulheres britânicas mente para seus parceiros com o objetivo de engravidar. O estudo, chamado Escrúpulos e Mentiras, consultou cinco mil mulheres, das quais 94% confessaram que inventam histórias e 48% assumiram que mentem diariamente. Destas, 84% afirmam que conseguem mentir conscientemente. Para a psicóloga Susan Quilliam, que atua como conselheira na revista citada, a vida das mulheres muda rapidamente e mentir significa que elas estão sob pressão no trabalho, em casa e em seus relacionamentos. Por isso, algumas vezes, as mulheres sentem que devem deixar a verdade de lado para sobreviver. Paralelamente, a grande maioria revela que o casamento é para os bons e maus momentos, ou seja, oito entre 10 mulheres estariam dispostas a manter o relacionamento com seus parceiros ainda que estes perdessem o interesse pelo sexo. A pesquisa apresenta mais dados interessantes: mais de 52% das mulheres disseram que perdoariam seus parceiros se falassem o nome de uma ex-namorada durante o ato sexual; e 51% não aturariam seus parceiros se eles não cuidassem bem da higiene pessoal. Cerca de metade das entrevistas revela poucos escrúpulos já que, entre elas, 59% afirmam que não deixariam seus maridos caso eles roubassem um banco. Entre as mulheres pesquisadas, 40% afirmam que deixariam seus parceiros dormirem com outra mulher mediante uma quantia de cerca de R$ 163 mil. (Ansa)