O Conselho de Pastores Evangélicos sabe que os templos religiosos estão em débito com a lei, no que diz respeito ao alvará de funcionamento, mas não dimensionar o problema dentro da comunidade. Segundo o presidente do organismo, pastor Nilton Paulo Lira Baro, não há como precisar quantos estão em situação irregular, embora ele saiba tratar-se da maioria. Não temos ao certo sequer o número de templos evangélicos na cidade, mas sabemos que o problema existe e precisa ser resolvido. Todos devem se adequar aos parâmetros do Corpo de Bombeiros para evitar dores de cabeça, por omissão, no futuro. O Conselho não tem posicionamento sobre o que os templos têm feito para atender as normas, até porque são apenas 30 os pastores que o freqüentam. Além do mais, nem seria uma função do Conselho dar palpite sobre isso ou aquilo, pois seu papel é atuar estritamente no campo espiritual, desvinculou Baro.