09 de julho de 2026
Geral

RÁDIO, SEMPRE RÁDIO

Henrique Perazzi de Aquino
| Tempo de leitura: 1 min

O rádio sempre foi, para mim, um companheiro inseparável. No carro, no trabalho, em casa, no lazer, ele está sempre presente. Ouço de tudo, fuço de tudo, tenho minhas preferências, mas o ecletismo se faz presente, fazendo com que mude constantemente o dial, sempre em busca de novidades auditivas. Certa feita ouvi uma máxima, proferida por um locutor, que dizia mais ou menos assim, quem ouve rádio, nunca está sózinho. Isso sintetiza tudo o que sinto pelo rádio. Ainda no domingo passado, 23/09, quero relatar umas das possibilidades do rádio, um dos seus encantamentos. Após o almoço, começo a ouvir o Samba e Bola, com o José Esmeraldi, na rádio Jovem Auri-Verde. Naquele dia, o programa ia ser totalmente dedicado a uma entrevista ao vivo, pelo telefone, com direito a participação do ouvinte, com o grande Tito Madi, tudo intercalado com as músicas de seu último CD.

Essa é uma das maravilhas que o rádio consegue proporcionar. Essa interatividade única, pela abrangência ainda inigualável, fascina e mostra a força desse instrumento. Considerado o primo pobre, dentro do triunvirato que engloba a TV e a Internet, ele é possuidor de um charme inexistente nos demais. Sua penetração é muito mais popular e quando todos pensam que ele tende a se enfraquecer, diante das novidades tecnológicas, ele renasce das cinzas e prova estar mais vivo do que nunca. Sempre abrindo novas possibilidades, como a inevitável introdução das Comunitárias, que surgem num momento de fortalecimento da Cidadania. Vida longa para o rádio. Nessa singela declaração de amor, minha homenagem pelo Dia do Rádio, em 25/09. Continuo ligado. Sempre. (Henrique Perazzi de Aquino - email:: hpachancelas@ig.com.br)