08 de julho de 2026
Geral

Para espíritas, vida na Terra é uma passagem

Redação
| Tempo de leitura: 1 min

Os espíritas não têm o hábito de visitar túmulos em cemitérios porque vêem a morte de uma maneira diferente. As pessoas seriam como alunos num educandário. É o que afirma o escritor e expositor espírita Richard Simonetti.

A morte é apenas um retorno à pátria, o Plano Espiritual, disse. O principal problema referente à morte, de acordo com o escritor, é o egoísmo de quem fica. Pensamos muito em nós mesmos, na enormidade de nossa perda. Para quem parte, os problemas maiores são despreparo e desconhecimento sobre a grande transição, expõe.

Segundo a visão espírita, a aceitação de um princípio religioso ajudaria a enfrentar a transição e a superar a idéia de aniquilamento que o termo morte sugere.

Para Simonetti, após a morte, as pessoas reencontram os familiares que morreram anteriormente. Nossos amados nos vêem, nos ajudam, nos esperam para um reencontro feliz, quando chegar a nossa vez, acredita.

De acordo com a doutrina espírita, a morte promove o encontro dos humanos com suas consciências. A passagem seria um retorno à vida espiritual. Esse tribunal incorruptível determinará se seguiremos para regiões purgatoriais ou se habilitaremos a estagiar em comunidades diligentes e felizes, integradas nos serviços do bem, acrescenta o escritor.

Serviço

Na terça-feira, Simonetti ministrará uma palestra sobre morte, às 20 horas, no Centro Espírita Amor e Caridade. A entidade fica na rua 7 de Setembro, 8-30.