08 de julho de 2026
Geral

Sedentarismo: a doença do milênio

Fabiana Teófilo
| Tempo de leitura: 1 min

O sedentarismo já é considerado a doença deste milênio. Na verdade, trata-se de um comportamento induzido por hábitos decorrentes dos confortos da vida moderna. Com a evolução da tecnologia e a tendência cada vez maior de substituição das atividades ocupacionais que demandam gasto energético por facilidades automatizadas, o ser humano adota cada vez mais a lei do menor esforço reduzindo, assim, o consumo energético de seu corpo.

O sedentarismo é definido como a falta ou a grande diminuição da atividade física. Na realidade, o conceito não é associado necessariamente à falta de uma atividade esportiva. Do ponto de vista da medicina moderna, o sedentário é o indivíduo que gasta poucas calorias por semana com atividades ocupacionais.

De acordo com o médico Turíbio Leite Barros Neto, para deixar de fazer parte do grupo dos sedentários, o indivíduo precisa gastar, no mínimo, 2.200 calorias por semana em atividades físicas.

A vida sedentária provoca, literalmente, o desuso dos sistemas funcionais. O aparelho locomotor e os demais órgãos e sistemas solicitados, durante as diferentes formas de atividade física, entram em um processo de regressão funcional, caracterizando, no caso dos músculos esqueléticos, um fenômeno associado à atrofia das fibras musculares, à perda da flexibilidade articular, além do comprometimento funcional de vários órgãos.