08 de julho de 2026
Geral

DISCRIMINAÇÃO

Carlos Sandrin
| Tempo de leitura: 1 min

Ultimamente tem-se comentado muito sobre discriminação e racismo e enquanto a profª Isolina pensa de uma maneira, a dona Iris pensa de outra. Contudo, é de se notar que não é a cor que discrimina a pessoa e sim, o caipirismo a que se submetem os jovens atuais, entendendo que não seja justo que um jovem use brincos em pleno Calçadão, dando a impressão que ele tenha vindo do Zaire ou de Angola quando na realidade, deveriam eles trajarem-se como os seus colegas independentemente de cor.

Quanto à escuta estava instalada atrás de um armário da sala da Presidênciaa reserva de vagas nas Universidades, como bem disse Isolina, significa estar discriminando o branco e os ricos. O estudo é uma coisa natural de cada um e o certo seria dar bolsas de estudos a quem queira estudar e seja pobre, independentemente da cor.

Em outros tempos, quando não se tinha faculdade, só os filhos de donos de engenho é que podiam ir a Coimbra estudar e os ricos a Paris ou Roma, como fez Santos Dumont. Atualmente, há mais oportunidades e só vai ao exterior quem queira um estudo mais aprimorado, como exemplo, a filha do Lula que foi estudar em Paris para ceder a vaga a uma colega pobre.

Deixemos de falar em discriminação e racismo e vamos conscientizar os jovens para que se trajem decentemente, como faziam os jovens do passado que iam na rua 1.º de Agosto aos sábados e domingos, após a saída dos cinemas, vestindo-se invejavelmente, tanto os jovens como as jovens. (Carlos Sandrin - Advogado)